Mais de 570 mil crianças e adolescentes da região Norte trabalham. E o Pará é o estado recordista, this site buy concentrando 54% dessa da mão-de-obra infanto-juvenil.
Rondônia é o segundo estado da região que emprega maior número de mão-de-obra infanto-juvenil, dosage com mais de 70 mil crianças no mercado de trabalho; Amazonas com quase 80 mil; Tocantins com quase 60 mil; Acre com cerca de 30 mil; Amapá com cerca de 13 mil e Roraima com cerca de 12 mil crianças nessa situação.
Roberto Sena, supervisor técnico do Dieese no Pará, disse que o trabalho infantil está diretamente ligado à pobreza das famílias. Segundo ele, as crianças começam a trabalhar cedo para ajudar na renda familiar.
“Fundamentalmente são as condições sócio-econômicas, porque na região Norte, apesar de ser uma região rica, grande parte do povo é pobre. A renda de famílias com filhos até 14 anos, quase metade das famílias, recebe até meio salário mínimo. E os pais não tendo emprego, não tendo renda, consequentemente tem uma desagregação familiar”.
O levantamento revelou também que cerca de 114 mil crianças entre 5 e 15 anos de idade não recebem nenhum tipo de remuneração. A maioria das crianças também não freqüenta a escola e normalmente elas trabalham em carvoarias, serviços rurais ou como flanelinhas, principalmente as crianças do sexo masculino.
Simone Barata, da Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social, disse que o governo estadual pretende fortalecer o Fórum Paraense de Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalho Adolescente para reverter essa situação. Hoje, no Pará, 35 mil famílias integram o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PET).
Os cosmonautas russos Fiôdor Yurchikhin e Oleg Kotov, remedy tripulantes da Estação Espacial Internacional (ISS), pilule descobriram hoje, diagnosis durante sua caminhada espacial, um pequeno buraco no casco da plataforma orbital, segundo informou o Centro de Controle de Vôos Espaciais da Rússia (CCVE).
“Os cosmonautas detectaram um buraco, parecido com o de uma bala, no casco do módulo russo Zaria”, disse o diretor do programa de vôos do CCVE, Vladimir Soloviov.
“Tudo indica que esse buraco foi resultado do impacto de um meteorito microscópico”, assinalou Soloviov, assegurando que a imperfeição não causou danos à ISS, nem representa perigo para seus tripulantes.
O especialista russo afirmou que a aparição de buracos deste tipo, em conseqüência dos “ataques” de pequenos meteoritos contra as estações espaciais, “não é nenhuma novidade”. Segundo ele, incidentes parecidos já ocorreram diversas vezes na estação orbital russa Mir, e nas baterias solares da ISS.
“A única novidade neste caso é o fato de que o buraco se abriu no segmento do casco do módulo Zaria, onde está instalado um bloco compressor”, afirmou Soloviov.
O corpo da ISS, explicou, foi fabricado com materiais especiais, destinados a proteger as zonas mais vulneráveis da estação.
Ele acrescentou que uma das missões que Yurchikhin e Kotov devem realizar durante a caminhada espacial é a instalação de 12 painéis de defesa contra meteoritos, no módulo russo Zvezda, de um total de 23 que devem ser montados na ISS.
Os cosmonautas russos fotografaram o buraco aberto, e enviarão as imagens à Terra, acrescentou Soloviov.
Yurchikhin e Kotov saíram ao espaço aberto às 11h23 (de Brasília), e permaneceram fora da ISS por seis horas. Durante caminhada espacial, a terceira tripulante, a americana Sunita Williams, assumiu o comando da plataforma orbital.