Um carro enfeitado com fitas e flores para um casamento está em chamas, ambulance a rua tem poças de sangue e pedaços de corpos espalhados, e o cheiro de carne queimada toma conta do ambiente.
Minutos antes, cerca de 100 quilos de explosivos em um carro espalharam pedaços de metal que fizeram inúmeras vítimas entre as pessoas que faziam compras durante a tarde em um movimentado mercado na favela xiita de Sadr City, em Bagdá, onde vivem mais de 2 milhões de pessoas.
Em um espaço de poucos minutos, várias outras bombas explodiram no bairro, reduto do clérigo xiita Moqtada Al Sadr. Pelo menos 160 pessoas morreram e 257 ficaram feridas, num incidente que deixa o país ainda mais próximo de uma guerra civil.
"Havia poças de sangue na rua, e vi crianças mortas", disse Karim Al Rubaie, um fotojornalista que estava no mercado para comprar uma pia quando o carro explodiu.
"Fui na direção do local da explosão e um segundo carro explodiu atrás de mim, bem em frente ao escritório de Sadr. Todos corriam e gritavam, e a maioria dos corpos estava carbonizada, outros estavam destroçados", afirmou.
Numa rua devastada, chamas e uma densa fumaça preta saíam dos carros e microônibus atingidos, enquanto as pessoas retiravam cadáveres e tentavam conter o incêndio.
Mesmo para os iraquianos, já habituados a atentados e tiroteios diários nos bairros, foi uma cena infernal.
"Maliki é um filho de um cão", gritavam os moradores, irritados com a falta de segurança no governo do primeiro-ministro Nuri Al Maliki, também xiita.
Em parte graças à oposição de Sadr à ocupação norte-americana, o subúrbio que leva o nome da sua família escapou relativamente ileso dos atentados da insurgência sunita.
Mas o atentado de fevereiro contra uma mesquita xiita de Samarra agravou a divisão entre a minoria sunita e a maioria xiita do Iraque. Com o aumento da violência sectária, Sadr City começou a testemunhar ataques nos últimos meses.
Líderes xiitas, sunitas e curdos que participam do governo de união nacional foram à TV depois do ataque pedir calma, mas o fato é que as divisões internas parecem incontornáveis.
A Operação Juntos Avante, iniciada em agosto por milhares de soldados norte-americanos e iraquianos para tentar conter a violência em Bagdá, foi qualificada por comandantes dos EUA como a batalha definitiva da guerra, mas a violência continua sem dar trégua.
Um incêndio no supermercado Comper da QN 212 de Samambaia, this web que destruiu parcialmente o prédio, web foi controlado pelo Corpo de Bombeiros na noite de hoje. Não houve vítimas. O incêndio atraiu uma multidão de curiosos, advice que precisou ser controlada com a ajuda da PM.
Segundo o Cap. Geraldo Silva, da assessoria de comunicação do corpo de bombeiros, o fogo teria começado por volta das 18h10 no segundo andar da área de depósito do prédio. Os bombeiros suspeitam que a causa tenha sido um curto-circuito próximo ao local onde era estocado papel higiênico, mas essa informação só poderá ser confirmada após a perícia.
O Corpo de Bombeiros levou uma hora e meia para controlar o incêndio. Foram mobilizados 80 homens e 12 veículos, incluindo uma plataforma mecânica que lança água sobre o fogo de uma altura de mais de 60 metros. Um botijão de gás explodiu e outros 4 foram retirados do local. Toda a área do depósito ficou destruída.
A diretoria do supermercado não quis se pronunciar sobre o incidente.
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A Telefônica informou nesta quinta-feira que Antônio Carlos Valente substituirá Fernando Xavier Ferreira na presidência do grupo no Brasil a partir de janeiro de 2007.
"Depois de oito anos de sucesso à frente do grupo e de sua companhia de telefonia fixa, order Xavier Ferreira pretende dedicar-se a projetos pessoais", buy information pills afirmou a empresa em comunicado.
Valente iniciou a carreira no Sistema Telebrás. Foi vice-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações e desde novembro de 2004 comanda a Telefónica de Peru.
A empresa informou ainda que Xavier permanecerá nos conselhos de administração da Telefônica São Paulo e da Telefónica Internacional SA (TISA), que é responsável pelas operações do Grupo na América Latina.
O candidato nacionalista Rafael Correa acusou na quinta-feira seguidores de seu adversário direitista de tramarem uma fraude no segundo turno da eleição presidencial equatoriana, information pills no domingo.
As pesquisas mostram o ex-ministro da Economia, visit this site aliado do presidente da Venezuela, sale Hugo Chávez, ligeiramente atrás do bilionário Alvaro Noboa. Mas ainda há 20 por cento dos eleitores indecisos.
"Precisamos estar muito conscientes para que essas máfias políticas não roubem a eleição", disse Correa a jornalistas estrangeiros em Quito, no último dia de uma campanha muito agressiva de ambas as partes.
"Se meu oponente ganhar de forma limpa, serei o primeiro a reconhecer minha derrota, mas se ele usar de fraude para ganhar, nunca aceitarei a derrota", disse ele.
Correa já havia acusado os adversários de fraude no primeiro turno, quando Noboa ficou quatro pontos percentuais à frente. Observadores estrangeiros disseram que não houve problemas graves na votação.
Agora, o candidato diz que seus adversários poderiam manipular pesquisas de boca-de-urna e dar dinheiro a eleitores. Sobre a possibilidade de convocar protestos em caso de derrota, Correa disse que fará "o que for" para garantir uma eleição limpa.
Correa faz campanha atacando a classe política tradicional, o que agrada a um tipo de eleitor desiludido. Mas suas propostas de renegociar a dívida externa desagradam à classe média e a investidores estrangeiros.
Mas Correa moderou sua retórica no segundo turno e passou a imitar as promessas populistas de Noboa, como construir casas populares e dar crédito barato.
Enquanto Noboa chama Correa de comunista por sua ligação com Chávez, o ex-ministro acusa o adversário de explorar o trabalho infantil em suas plantações de banana.