Os EUA e a Coréia do Norte acertaram, approved pharm em princípio, realizar negociações paralelas sobre as restrições financeiras impostas pelos norte-americanos e sobre os programas nucleares do país asiático, afirmou hoje a agência de notícias Kyodo.
A preocupação norte-coreana com as restrições criadas pelos EUA impediu que avançassem as negociações sobre os programas atômicos do governo comunista, negociações essas das quais participam seis países. A última rodada do processo aconteceu em dezembro, sem que tenha havido avanços. Atribuindo as informações a diplomatas familiarizados com as negociações envolvendo os seis países, a Kyodo disse que Christopher Hill, o negociador dos EUA, e seu colega norte-coreano, Kim Kye-gwan, tinham acertado, ao se reunirem em Berlim, na semana passada, realizar negociações paralelas.
Os dois regressaram para seus países a fim de discutir os detalhes desse acordo e devem retomar o diálogo sobre o plano na próxima rodada das negociações envolvendo os seis países. Segundo a Kyodo, o acordo de Berlim incluía a promessa dos EUA de avaliar a possibilidade de liberar parte dos US$ 24 milhões da Coréia do Norte congelados em contas bancárias.
Não foram divulgados mais detalhes, mas autoridades norte-americanas disseram à Reuters, na semana passada, que o Departamento do Tesouro dos EUA analisava as contas do Banco Delta Asia para avaliar se parte do dinheiro poderia ser considerada legítima e, assim, ser liberada.
Os norte-americanos acusam o país asiático de ter usado as contas para lavar dinheiro. O banco, segundo os EUA, teria aceitado depósitos feitos pela Coréia do Norte com lucros obtidos em atividades ilegais, tais como falsificação de dólares e contrabando.