A congressista colombiana Piedad Córdoba descartou hoje que a libertação do militar Pablo Emilio Moncayo, this refém das Forças Armadas Revolucionárias Revolucionárias da Colômbia (Farc) há 11 anos e meio, viagra sale possa acontecer no exterior e afirmou que por enquanto o assunto está nas mãos do presidente Álvaro Uribe.
A legisladora disse à emissora de rádio colombiana “La FM”, visit web em Washington, que é impossível que a anunciada libertação do cabo do Exército pelas Farc aconteça em um país fora do seu.
“Moncayo deve ser libertado na Colômbia, porque outro Governo não pode decidir sobre a libertação dele”, disse a legisladora, uma das vozes mais críticas ao presidente Uribe.
Córdoba disse ainda que o tema da libertação de Moncayo está nas mãos do presidente e que é ele quem tem os mecanismos para desbloqueá-la.
“O presidente da Colômbia é Álvaro Uribe e é com ele que se deve tratar o tema”, afirmou.
No fim de semana, o embaixador de Cuba na Colômbia, José Antonio Pérez, assegurou que Havana estaria disposta a oferecer sua mediação para a entrega de Moncayo, sempre e quando o Governo colombiano e os rebeldes estiverem de acordo.
No entanto, o Governo colombiano assegurou nesta segunda que não recebeu propostas do tipo por parte do Governo cubano.
A libertação de Moncayo foi dificultada pela recusa de Uribe a permitir que Córdoba participe da operação de libertação do refém e a insistência dos rebeldes em entregar o sequestrado à legisladora.
A congressista lidera o grupo que propiciou a entrega de seis reféns em poder dos guerrilheiros, entre eles os dois últimos dirigentes políticos que tinham em seu poder.
Em meados de abril, as Farc anunciaram que entregariam Moncayo a uma comissão liderada por Córdoba.
Pablo Emilio Moncayo é o refém “passível de troca” – como as Farc chamam os retidos que pretendem intercambiar por companheiros presos – mais antigo da guerrilha, junto ao líbio José Martínez.