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Confrontos no Paquistão deixam 38 mortos e 53 feridos

Arquivo Geral

29/12/2007 0h00

Atualizada às 12h22

Os confrontos registrados no Paquistão, cialis 40mg principalmente na província sudeste de Sindh, order desde o assassinato na quinta-feira da líder opositora Benazir Bhutto deixaram 38 mortos e 53 feridos, informou o porta-voz do Ministério do Interior paquistanês, Javed Iqbal Cheema.

Em entrevista coletiva, Cheema afirmou que a onda de violência causou perdas milionárias em propriedades destruídas pelos manifestantes, mas qualificou de “satisfatória” a situação global de segurança no país.

“Os criminosos estão se aproveitando da tensa situação” gerada pela morte de Bhutto, disse o porta-voz, que detalhou que 174 bancos, 34 postos de gasolina, 765 comércios e 72 vagões de trem foram incendiados nos distúrbios registrados por todo o país.

Os números do porta-voz contrastam, no entanto, com os oferecidos pouco antes pelas autoridades do Interior da província de Sindh, que cifrou em 44 os mortos só nessa região, e que 13 bancos, 27 postos de gasolina e 600 veículos foram incendiados na cidade de Karachi.

Os distúrbios mantêm Sindh isolada do resto do país, com todas as linhas de ferrovias cortadas, as lojas e postos de gasolina fechados e constantes focos de violência nas ruas, segundo os canais privados de televisão paquistaneses. A empresa nacional de ferrovias pediu hoje que o Exército e os “rangers” (paramilitares) mobilizem suas tropas para proteger as ferrovias.

O Exército está posicionado em Sindh e os “rangers” nas principais cidades da província noroeste de Punjab, mas Cheema disse que a intervenção das tropas será “o último recurso” para manter a ordem.

Pouco antes, o presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, tinha presidido uma reunião com altos funcionários do Governo e responsáveis do Exército e dos corpos de segurança, aos quais ordenou atuar “com firmeza” para restabelecer a ordem no país.

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