Mais quatro civis e dois rebeldes morreram no sul da Tailândia, onde já há quase 4.200 vítimas desde janeiro de 2004, quando o movimento separatista islâmico retomou a luta armada, informaram fontes policiais nesta sexta-feira.
Dois militantes muçulmanos morreram durante a manhã desta sexta-feira em um enfrentamento com as forças de segurança na província de Narathiwat, enquanto um voluntário da Polícia não resistiu após ser baleado por supostos rebeldes na quinta na província vizinha Yala.
Já um professor e duas mulheres foram assassinados quando assistiam a um funeral na província de Pattani.
Desde 2004, os rebeldes muçulmanos mataram 139 professores, vistos como um instrumento do Governo para impor a educação budista majoritária na Tailândia.
A guerrilha denuncia a discriminação que sofre por parte da maioria budista e exige a criação de um Estado islâmico nas três províncias de maioria muçulmana, que formavam o antigo sultanato de Pattani quando foram anexadas, há um século, pelo antigo Reino de Siyam.