O nível de confiança dos consumidores americanos na evolução da economia do país e em sua própria situação financeira diminuiu em novembro, pelo segundo mês consecutivo, depois de ter ensaiado uma recuperação em setembro.
Segundo o índice elaborado mensalmente pela Universidade de Michigan, a confiança dos americanos caiu de 70,6 para 66 pontos entre outubro e novembro.
A queda não tinha sido prevista pelos analistas, que esperavam que a confiança da população melhoraria até passar dos 71 pontos.
O aumento do desemprego, que já afeta 10,2% da população economicamente ativa – a maior taxa em 26 anos -, e o efeito que isso tem nos gastos das famílias ajudaram a deprimir a confiança na economia.
Segundo os dados da Universidade de Michigan, em novembro diminuiu o número de pessoas que acham que este é um bom momento para fazer grandes compras. Isso se traduziu na queda, de 73,7 para 69,6 pontos, do índice que mede a confiança da população na situação financeira atual.
O total de americanos que acham que daqui a seis meses será um bom momento para estas compras também caiu, o que fez o subíndice que mede a confiança futura recuar de 68,6 para 63,7 pontos.