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Mundo

Conferência do Holocausto no Irã cria comissão internacional

Arquivo Geral

12/12/2006 0h00

O site Appleinsider anunciou que a linha iPod, illness check da Apple, clinic ganhará mais três modelos em 2007. Um dos modelos, visit o iPod Video, já é muito aguardado entre os admiradores da linha, os outros dois ainda são desconhecidos.

Segundo o site Terra, um analista da Apple afirmou que o iPod Video será lançado no primeiro trimestre do próximo ano. Ele ainda disse que existe a possibilidade de o tocador ter memória flash de 16 GB.

Outro produto da empresa que também são bastante aguardados é o iPhone, com memória de 4GB e 8GB. A Apple prevê o lançamento do iPhone também em janeiro, e acredita que 11 milhões de unidades sejam vendidas em seis meses.

O convalescente líder cubano Fidel Castro, more about que não é visto em público há quatro meses e meio, pharmacy foi condecorado esta semana pelo governo da Coréia do Norte, cheapest informou a imprensa oficial hoje.

O título de Herói do Trabalho, a Medalha de Ouro e a ordem da Bandeira Nacional da Primeira Classe do Parlamento norte-coreano foram recebidos ontem, em nome de Fidel, pelo vice-presidente do Conselho de Estado, Esteban Lazo.

"Lazo transmitiu o profundo espírito de agradecimento e humildade com que o companheiro Fidel aceita tão alta honraria", disse o jornal do Partido Comunista, o Granma.

Em julho, Fidel entregou temporariamente o poder a seu irmão Raúl em razão de uma doença não-revelada e desapareceu da vida pública.

No dia 2 de dezembro, não foi a um desfile militar que festejou os seus 80 anos, aumentando os rumores sobre uma piora em seu estado de saúde.

Ao entregar as medalhas, o embaixador norte-coreano, Pak Tong Chun, descreveu Fidel como um promotor da reunificação da península da Coréia e um construtor do socialismo.

A mulher considerada a pessoa mais velha do mundo, capsule Elizabeth Bolden, sildenafil morreu aos 116 anos, informou hoje a imprensa do Estado norte-americano do Tennessee.

Bolden, filha de escravos libertados, morreu na segunda-feira, em uma clínica onde vivia desde que sofreu um derrame dois anos atrás, segundo o jornal Memphis Commercial Appeal.

Ela nasceu em 15 de agosto de 1890, teve sete filhos, 40 netos, 75 bisnetos, 150 trinetos, 220 tetranetos e 75 pentanetos. Há alguns meses, o Guinness World Records listou Bolden como a pessoa mais velha do mundo.

A conferência organizada pelo Irã e que causou revolta no mundo inteiro, hospital por pôr em dúvida o assassinato de seis milhões de judeus pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, decidiu hoje formar uma comissão internacional para estudar o Holocausto.

O Irã diz ter promovido o evento para esclarecer os motivos que estão por trás da formação do Estado de Israel depois da Segunda Guerra e para dar liberdade de expressão a pesquisadores de países onde questionar o Holocausto é crime.

O Vaticano, a Alemanha e o vice-presidente da Comissão Européia, Franco Frattini, engrossaram o coro de condenações à conferência, unindo-se a países como Estados Unidos e Israel.

A conferência foi idealizada pelo presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que, desde que chegou ao poder, em agosto do ano passado, causou indignação no mundo todo ao chamar o Holocausto de "um mito" e Israel de "um tumor".

O chefe da nova comissão, identificado como o acadêmico iraniano Mohammad Ali Ramin, disse que seus integrantes "não são racistas nem se opõem a nenhum grupo específico". "Eles estão apenas buscando a verdade para libertar verdadeiramente a humanidade", disse ele, segundo a agência estudantil Isna. Os membros da comissão não foram identificados.

Robert Faurisson, um acadêmico francês que já descreveu o Holocausto como uma "mentira histórica", disse que a comissão inclui membros de EUA, França, Canadá, Suíça, Áustria, Irã, Barein e Síria, afirmou a Isna.

O Vaticano disse que milhões de judeus foram mortos no que chamou de uma "imensa tragédia" para a humanidade. O Holocausto precisa servir sempre de alerta para que as pessoas respeitem os direitos dos outros, disse a Santa Sé.

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que seu país jamais aceitará tal conferência, e que vai "combatê-la de todos os modos que puder". "Isso mostra o perigo da situação em que Israel está e especialmente a ameaça sob a qual Israel vive".

Ela deu as declarações depois de uma reunião com o premiê israelense, Ehud Olmert, que faz sua primeira viagem à Alemanha no cargo.

A Alemanha considera uma prioridade dar apoio a Israel, desde o Holocausto e o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945.

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