Assim informa hoje o jornal “The Times”, que afirma que o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown – cuja convocação da conferência irritou o Governo afegão e a ONU -, pretendia reunir líderes como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Por outro lado, o encontro internacional será presidido pelo ministro britânico de Assuntos Exteriores, David Miliband.
Além disso, o Governo britânico não espera na conferência que se chegue a um acordo sobre como será ampliada a força policial afegã, detalha o jornal britânico.
No entanto, há esperanças de que a conferência de Londres chegue a um acordo internacional sobre o aumento do Exército afegão, dos atuais 90 mil soldados para 134 mil no final do ano, indica o “The Times”.
Os funcionários do Governo acham que o encontro se limitará a estabelecer datas estimativas sobre a entrega por parte da Otan do controle da segurança em determinadas províncias.
Um aspecto controverso, diz o periódico, foi o convite do ministro iraniano de Assuntos Exteriores, Manouchehr Mottaki, mas este ainda não confirmou presença.
Além disso, o jornal assinala que as forças americanas terão um controle importante do sul do Afeganistão, especificamente o chamado Comando Regional do Sul, anualmente rotativo entre Reino Unido, Holanda e Canadá.