Um acidente entre um carro e um ônibus matou cinco pessoas e deixou mais de 20 feridas, here drug por volta das 5h deste domingo, tadalafil see na GO-139, entre Piracanjuba e Caldas Novas.
O ônibus de turismo proveniente de São Caetano do Sul (SP) ia no sentido Caldas Novas/Piracanjuba quando bateu de frente no Honda Civic que ia no sentido contrário. Cinco passageiros do ônibus morreram. Todas elas eram idosas. Os feridos foram levados para o Pronto-Socorro de Caldas Novas.
Nem o motorista nem a passageira do Honda Civic ficaram feridos com gravidade.
O presidente do Irã, viagra 100mg Mahmud Ahmadinejad garantiu neste domingo que o país não desistirá de seu projeto nuclear, mesmo com o risco de o Conselho de Segurança da ONU fazer algum tipo de sanção à nação.
"Se Deus quiser, logo conheceremos mais triunfos da nação iraniana. Ambos os grupos sabem o que o outro está fazendo e nós sabemos que cartas têm nas mãos os países estrangeiros. Sabem que nós favorecemos o diálogo e não a agressão. Mas nos manteremos firmes em nossos direitos até o fim", afirmou Ahmadinejad à agência de notícias Mehr.
A Alemanha, a França e a Grã-Bretanha estão elaborando uma resolução para ser apresentada ao Conselho de Segurança com projetos de sanções para ser impostas ao Irã caso o país não abandone o enriquecimento de urânio.
Destacados democratas no Senado dos EUA insistiram neste domingo para que a Casa Branca não deixe para depois das eleições legislativas, viagra sale marcadas para daqui a duas semanas, recipe a apresentação ao governo do Iraque de um cronograma para que Bagdá assuma um papel maior na segurança daquele país.
O senador democrata Carl Levin, ampoule integrante da Comissão dos Serviços Armados, disse que o projeto de estratégia para o Iraque que, segundo informações, está sendo esboçado para o presidente George W. Bush, especificando formas de reduzir a violência sectária, também deve incluir uma programação para a retirada das forças norte-americanas do país.
"Não devemos esperar até o fim do ano para apresentar marcos. Devemos fazer isso agora. Devíamos ter feito isso há muito tempo", disse Levin, senador pelo estado do Michigan, no programa Fox News Sunday.
O descontentamento dos eleitores com a guerra do Iraque é um dos principais motivos pelos quais os republicanos, mesmo partido de Bush, estariam correndo um risco cada vez maior de perder o controle da Câmara de Representantes (deputados) e do Senado, nas eleições de 7 de novembro.
A expectativa de retirada dos soldados dos EUA deve ser a chave de qualquer plano, acrescentou Levin. "Porque sem essa pressão de os nossos soldados estarem deixando o Iraque dentro de alguns meses, os iraquianos não vão fazer o que apenas eles podem fazer, que é achar uma solução para essas diferenças políticas", afirmou.
Na campanha eleitoral, os democratas e muitos republicanos pediram que Bush revise sua estratégia para o Iraque devido à violência por parte de insurgentes e seitas rivais, que se intensifica e ameaça a degenerar em uma guerra civil.
O jornal New York Times disse que o general George Casey e o embaixador Zalmay Khalilzad, os mais altos militares dos EUA e representantes civis do Iraque, juntamente com o Pentágono, preparam um plano para a Casa Branca. O jornal disse na edição deste domingo que o plano vai incluir um cronograma com marcos determinados para o governo iraquiano, inclusive para o desarmamento das milícias e a expansão do seu papel na segurança.
O jornal disse qu e o plano será apresentado ao primeiro-ministro iraquiano, Nuri Kamal al-Maliki, antes de 2007 e será executado mais ou menos nos doze meses seguinte. Os detalhes ainda estão sendo trabalhados.
O senador John Kerry disse que Bush não deve esperar até depois da eleição para divulgar o plano.
"Acho imoral pôr as vidas de jovens americanos em perigo, à espera de um evento no dia da eleição ou uma estratégia eleitoral", disse Kerry, democrata pelo estado de Massachusetts, no programa This Week, da rede de TV ABC. "Se o senhor tem uma estratégia melhor, senhor presidente, nós merecemos conhecê-la agora".
O senador Arlen Specter, republicano da Pensilvânia, disse no Late Edition, da CNN: "Não creio que uma mudança de tática deva esperar até depois da eleição. Há vítimas demais lá. Se temos um curso melhor a seguir, devemos adotá-lo logo e não depois".
Uma porta-voz da Casa Branca, porém, desmentiu a versão do New York Times.
"A história não é precisa, mas estamos constantemente desenvolvendo novas táticas para alcançar a nossa meta", disse à Reuters a porta-voz da Casa Branca Nicole Guillemard.
E o presidente da Comissão de Serviços Armados, o senador republicano John Warner, que recentemente começou a criticar a forma como a guerra é conduzida, disse em entrevista à Fox que estabelecer um cronograma para a retirada seria uma tática errada.
"Não devemos indicar uma data fixa porque a situação é muito dinâmica. Piorou", disse Warner. "Ela se despedaçou".
Indagado na semana passada sobre se uma mudança na estratégia para o Iraque aconteceria agora e não depois das eleições, Bush reiterou que é flexível a ajustes em suas políticas.
Mas, falando à ABC, ele não deu nenhum indício de que estaria aberto a uma grande revisão de táticas, como exigem seus críticos, e fontes da Casa Branca a consideram pouco provável no curto prazo.
"Sou paciente. Não sou paciente para sempre. E não sou paciente com ociosidade", disse Bush no seu programa This Week, que foi ao ar na quarta-feira e novamente neste domingo.
Geraldo Alckmin, viagra 40mg candidato do PSDB à presidência da República, this web visitou neste domingo uma feira popular no centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e garantiu ser possível reverter a vantagem apontada pelas pesquisas para o candidato-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a uma semana do segundo turno da eleição.
"A pesquisa que vale é de domingo, dia 29", disse Alckmin a jornalistas durante passeio pela feira, onde foi acompanhado do ex-prefeito de Caxias e deputado estadual mais votado do Rio, José Camilo Zito (PSDB), e sua filha, Andréia Zito, eleita deputada federal.
"A diferença é pequena, dá para tirar a diferença tranqüilamente. No primeiro turno eu nunca passava de 30%, e quando abriu a urna eu tive 41,5%", acrescentou Alckmin, que, segundo as últimas pesquisas estaria, 20 pontos percentuais atrás de Lula na intenção de voto dos eleitores.
Durante o passeio, no qual passou por dezenas de barracas vendendo CDs e DVDs falsificados, o tucano desviou de um mendigo que estava no chão, mas, ao ser avisado por assessores, retornou e apertou a mão do pedinte.
Mais à frente, a comitiva do tucano se deparou com alguns militantes petistas empunhando bandeiras vermelhas e do candidato ao governo do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Alckmin apóia a candidata do PPS, Denise Frossard, no segundo turno estadual.
Por alguns minutos, os partidários dos dois candidatos se enfretaram com gritos e agito das bandeiras, mas Alckmin passou rapidamente e dirigiu-se para um bar, onde tomou café e agradeceu Zito pela caminhada. "Foi muito bom", disse.
Antes, na entrevista concedida a repórteres, ele demonstrou confiança no crescimento de seus votos no Rio de Janeiro, onde Lula venceu no primeiro turno com 47,18% dos votos, contra 28,86% de Alckmin.
"O Rio de Janeiro vai crescer, a gente sente na rua que a diferença aqui vai diminuir. E a Baixada Fluminense é muito importante, é muito populosa", afirmou o candidato. "Aqui em Caxias me senti em Pindamonhangaba (SP), o povo é muito hospitaleiro e caloroso", acrescentou, ao se referir ao município onde nasceu e do qual foi prefeito.
O tucano voltou a afirmar que não privatizará empresas estatais e criticou a postura do governo Lula em relação à disputa da Petrobras com a Bolívia sobre a exploração do petróleo no país vizinho, considerando como "dúbia" a posição do governo brasileiro.
"Vou manter as estatais, fortalecer as estatais, e ninguém vai precisar de carteirinha de partido político. As pessoas vão ser privilegiadas por mérito", afirmou Alckmin, que na próxima semana deve voltar ao Rio para reunir-se com o ex-governador Anthony Garotinho, seu aliado no segundo turno.
Sobre a origem do equivalente a R$ 1,7 milhão em reais e dólares apreendidos com petistas para a tentativa de compra de um dossiê contra tucanos, Alckmin repetiu: "Claro que os petistas e o Lula sabem. O problema é que eles não falam. É muito triste chegarmos ao final de uma campanha para presidente da República e essa fortuna que foi pega com petistas ainda sem esclarecimento".
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A expectativa era de que a China fosse o maior desafio para a secretária de Estado norte-americana, recipe Condoleezza Rice, troche em sua viagem pela Ásia, thumb mas foi a Coréia do Sul que manifestou mais preocupação com a imposição de duras medidas contra a Coréia do Norte.
Em uma intensa viagem de cinco dias que terminou neste domingo, em que Rice visitou Japão, Coréia do Sul, China e Rússia, a chefe da diplomacia norte-americana tentou solidificar o apoio para as sanções da ONU contra a Coréia do Norte, em retaliação pelo teste nuclear realizado por aquele país em 9 de outubro.
O Japão foi o país que deu o maior apoio e a China se revelou menos resistente do que o esperado. A Coréia do Sul, porém, que está na linha direta de fogo do grande contingente militar do Norte, se mostrou nervosa com a possibilidade de que sua vizinha seja pressionada demais.
"A Coréia está neste momento muito nervosa com o teste nuclear a apenas alguns quilômetros de distância", disse um funcionário sênior do Departamento de Estado, que pediu que seu nome não fosse revelado.
A opinião pública está dividida na Coréia do Sul quanto a como reagir ao teste nuclear, e está em pedaços a "política do sol", que já dura seis anos e que prevê a colaboração com o Norte.
O argumento da Coréia do Sul a favor de não isolar totalmente a Coréia do Norte é que quanto maior o contato, menos tentado o Norte se sentirá em atacar militarmente o Sul.
Vários representantes do governo dos EUA disseram que o governo sul-coreano ainda não decidiu até que ponto pode ir sem desestabilizar ainda mais a região e causar um êxodo de refugiados.
Ao invés de conseguir o compromisso da Coréia do Sul de desistir de dois projetos no Norte que, segundo os EUA, fornecem recursos para os líderes da Coréia do Norte, tudo o que Rice obteve foi uma promessa de determinar se os projetos obedecem à resolução da ONU impondo sanções.
China, Japão e Rússia se comprometeram a inspecionar qualquer carga suspeita da Coréia do Norte, mas a Coréia do Sul pareceu adotar um tom mais cauteloso.
"Com a Coréia do Sul, ela se comprometeu com a defesa do Sul", disse Kim Sung-han, especialista nas relações Coréia-EUA do Instituto de Assuntos Externos e Segurança Nacional, da Coréia do Sul. "Mas não se pode dizer exatamente que ela obteve o compromisso da Coréia do Sul sobre a resolução do Conselho de Segurança, não da forma como ela queria".
Devido ao medo de que o avanço nuclear da Coréia do Norte desencadeie uma corrida de armas nucleares na Ásia, Rice procurou enfatizar, em todas as escalas, que os EUA usaria todo o seu poder militar para defender o Japão e a Coréia do Sul em caso de ataque.
"Quis deixar claro que, nas circunstâncias que mudaram devido ao teste nuclear norte-americano, está muito claro que os EUA levam muito a sério suas obrigações, segundo os nossos arranjos de defesa e agirão segundo essas obrigações", disse Rice em uma coletiva de imprensa em Seul.
A China, que é o salva-vidas econômico da Coréia do Norte, parecia mais resoluta do que se esperava em enfrentar a ameaça nuclear representada pela Coréia do Norte e mandou um enviado especial a Piongiang na semana passada para transmitir uma mensagem forte sobre o teste nuclear.
A fonte do Departamento do Estado disse sentir uma "mudança no mar", por parte de Pequim, quanto a como lidar com a Coréia do Norte, e Rice disse que ela também se sentiu encorajada.
"Não acho que haja nenhuma dúvida de que as atitudes chinesas em relação à Coréia do Norte estão evoluindo", disse ela a jornalistas.
O Japão respondeu prontamente ao teste nuclear da Coréia do Norte, impondo sanções, inclusive o banimento de navios norte-coreanos dos portos japoneses por seis meses.
Surgiu no Japão um debate maior do que o esperado quanto a se o país deveria desenvolver armas nucleares como reação ao teste da Coréia do Norte. O ministro do Exterior, Taro Aso, fez questão de dizer que seu país não tem intenção de "se tornar nuclear", mas fontes do governo disseram que estão acompanhando de perto eventuais sinais por uma mudança.
Antes da viagem de Rice, vinha crescendo a pressão sobre o governo Bush para falar diretamente com seus inimigos, como o Irã e a Coréia do Norte.
Respondendo a uma pergunta sobre se a sua expectativa era de visitar a Coréia do Norte ainda no seu mandato como secretária de Estado, Rice disse aos jornalistas que viajavam com ela: "Não façam suas malas".