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Condoleezza Rice pede ao Congresso que aprove TLC com a Colômbia

Arquivo Geral

09/04/2008 0h00

A secretária de Estado de Estados Unidos, cialis 40mg Condoleezza Rice, healing pediu hoje ao Congresso para aprovar o Tratado de Livre-Comércio (TLC) com a Colômbia, stuff um pacto que, em sua classificação, “é o mais importante da história recente” de seu país.

Em entrevista coletiva Rice afirmou que “se o Congresso não levar adiante o Tratado de Livre-Comércio, haverá conseqüências muito sérias para toda a região (latino-americana)”.

“O que acontecerá se dermos as costas a um amigo declarado dos Estados Unidos, que enfrenta firmemente forças antiamericanas muito hostis?”, questionou a secretária de Estado.

O secretário de Comércio americano, Carlos Gutiérrez, afirmou que o Congresso, onde a maioria democrata se opõe ao tratado, deve aprovar o TLC e “defender os interesses dos EUA e não os interesses de grupos especiais”.

Os Estados Unidos têm tratados de livre-comércio com vários países latino-americanos, pelo que uma rejeição ao pacto com a Colômbia “deixaria em desvantagem um aliado que enfrentou os paramilitares, os cartéis de drogas”, afirmou Gutiérrez.

A entrevista coletiva na Casa Branca não estava prevista e foi convocada depois que a Câmara de Representantes anunciou que votará amanhã se modifica suas normas internas e elimina o prazo máximo para submeter à votação o TLC, assinado em novembro de 2006.

O presidente americano, George W. Bush, enviou na terça-feira ao Capitólio o projeto de lei que contém o tratado e que, segundo as normas do Congresso, agora deveria ser submetido à votação em um prazo máximo de 90 dias legislativos.

Mas, segundo anunciou a presidente da Câmara de Representantes, a democrata Nancy Pelosi, esse órgão votará amanhã se muda suas normas internas e elimina esse prazo máximo, de modo que o projeto de lei possa permanecer indefinidamente na pauta.

A representante de Comércio Exterior americano, Susan Schwab, criticou essa possibilidade, ao afirmar que “mudar as normas em meio a uma negociação não tem precedentes e é injusto”.

Há a “falsa impressão”, disse Schwab, de que nos 16 meses que se passaram desde que os dois Governos assinaram o TLC não houve preparação por parte da Casa Branca para explicar o acordo ao Congresso.

No entanto, lembrou, nesse tempo foram realizadas mais de 400 reuniões entre representantes do Congresso e da Casa Branca, e se modificou o texto do acordo para incluir garantias trabalhistas e ambientais como exigiam os democratas.

Segundo Schwab, o Executivo “fez tudo o que tinha que fazer para conseguir a aprovação do Congresso, agora é o Congresso que tem que se mover”.

Em entrevista coletiva concedida mais cedo, a porta-voz da Casa Branca Dana Perino afirmou que a iniciativa de Pelosi “é um precedente lamentável, algo terrível para esta Administração”.

Segundo ela, a proposta também é “terrível para as futuras administrações, republicanas ou democratas, porque os países não terão fé em nossa palavra quando negociarmos acordos comerciais”.

Bush analisará o caso em reunião prevista para hoje com os líderes do Congresso, que inicialmente seria dedicada a analisar a situação no Iraque, acrescentou Perino.



 

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