O Comitê de Energia e Comércio da Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (21) um projeto de lei sobre energia concebido para reduzir os gases estufa através da aplicação de limites à emissão de poluentes.
A aprovação por 33 votos a favor e 25 contra foi aplaudida pelo presidente Barack Obama, malady que afirmou que é mais um passo no cumprimento da promessa de criar uma economia de energia limpa.
O projeto de energia limpa, unhealthy que usará principalmente fontes renováveis como energia solar, ed eólica e termal, reduzirá a dependência dos EUA do petróleo estrangeiro, aplicará medidas contra os poluentes e criará milhões de novos empregos, indicou.
“É histórico, por fornecer incentivos à energia limpa que estimulem a inovação e ao mesmo tempo por reconhecer as preocupações das indústrias e regiões do país”, acrescentou Obama em comunicado.
A iniciativa tem como objetivo reduzir as emissões poluentes de usinas energéticas, refinarias e do setor do transporte, e obrigaria algumas indústrias a pagar por permissões especiais para sua operação.
No entanto, a proposta foi criticada pelo setor empresarial, incluindo o de serviços públicos, a siderurgia, o setor automotivo e as refinarias, que assinalam que essas permissões devem ser gratuitas.
Em uma aparente concessão diante dessas pressões, o comitê concordou em reduzir os objetivos da redução das emissões poluentes.
Em vez dos 20% em comparação com os níveis de 2005 para 2020, como propôs o Governo, os membros do comitê fixaram hoje uma redução de 17%.
O projeto aprovado no comitê também reduziria as emissões em 42% para 2030 e em 83% para 2050.
A concessão foi criticada por grupos ambientalistas como o Greenpeace, que assinalaram após a aprovação que foi um triunfo da política sobre a ciência e da influência industrial sobre o interesse público.
A iniciativa deverá ser aprovada pelo plenário da Câmara e pelo Senado antes de ser enviada ao presidente Obama para sua promulgação.