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Começa apuração de votos para Senado japonês

Arquivo Geral

29/07/2007 0h00

Os colégios eleitorais do Japão fecharam hoje às 20h (8h de Brasília), pilule e já teve início a apuração dos votos das eleições parciais para o Senado, what is ed às quais concorreu o ex-presidente peruano Alberto Fujimori. Os primeiros resultados significativos devem ser apresentados por volta da meio-noite local.

O comparecimento dos eleitores às urnas, there com tempo nublado em grande parte do Japão, parece ter sido similar hoje ao das últimas eleições para o Senado: aproximadamente 50%.

No entanto, no pleito anterior, houve um substancial aumento do número de votos por correio, que atingiram 10,7 milhões, ou 10,33% do total.

Por volta das 9h de hoje (em Brasília), cerca de 39,98% da população japonesa já tinha votado, 0,5% a menos que nas eleições ao Senado realizadas em julho de 2004, segundo o Ministério de Assuntos Internos e Comunicações.

Ao todo, 377 candidatos disputaram as 121 cadeiras do Senado, entre eles Alberto Fujimori, de nacionalidade peruana e japonesa e que se candidatou pelo pequeno Novo Partido dos Cidadãos (NPC).

No entanto, a probabilidade de Fujimori se tornar o primeiro senador japonês que já foi presidente de outro país parece ser pequena. Isso porque as pesquisas indicam que somente uma cadeira será ocupada por seu partido, e há 13 candidatos disputando-a.

Do total de cadeiras, 73 serão distribuídas por províncias e 48, de forma proporcional, inclusive a disputada por Fujimori.

As urnas foram abertas às 7h (19h de sábado em Brasília), e, segundo as autoridades, transcorreram normalmente.

O maior partido da oposição, o Democrático (PD), pretende tomar a maioria do Senado da coalizão formada pelo Partido Liberal Democrático (PLD), que governa o Japão há 50 anos, e o Novo Komeito.

Essa é a primeira vez que o primeiro-ministro japonês e líder do PLD, Shinzo Abe, enfrenta as urnas em eleições de âmbito nacional desde que chegou ao Governo, em setembro.

Caso as previsões das pesquisas se cumpram, os resultados podem representar um sério revés para o Executivo de Abe.

A coalizão governista do PLD e do Novo Komeito precisa de um mínimo de 64 assentos, que, somados aos 57 que mantém, lhe permitirão continuar controlando o Senado. No entanto, as sondagens indicam que a aliança não conseguirá esse feito.

Se o Governo não conseguir manter o controle do Senado, Abe pode ter reduzida sua capacidade de apresentar leis importantes.

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