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Começa apresentação de candidaturas para as eleições legislativas na França

Arquivo Geral

14/05/2007 0h00

O servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) inciaram hoje uma greve por tempo indeterminado. Eles querem que o governo desista da Medida Provisória 366/07, website like this order que estabelece a divisão do órgão ambiental com a criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

“O que a gente espera é que o governo retire essa medida provisória e venha discutir essa reforma na área ambiental. Porque da forma que ela foi imposta, sem nenhuma discussão prévia, os servidores não aceitam. A nossa proposta é que se fortaleça o Ibama”, argumentou o presidente da Associação Nacional dos Servidores do Ibama, Jonas Corrêa.

Ele acrescentou que a medida provisória “quebra a unicidade da gestão ambiental”. “O Ibama, quando foi criado em 1989, foi criado como pressão da sociedade para que o meio ambiente fosse tratado como um todo”, disse.

Corrêa prevê que até a próxima quarta-feira, 100% dos 6,4 mil servidores do Ibama entrem em greve. Atualmente, segundo ele, estão paralisadas as atividades do órgão no Distrito Federal, Amazonas, Paraná e Sergipe. Segundo o presidente da associação, os servidores dos outros estados ainda estão organizando as atividades de paralisação.

Hoje pela manhã, os trabalhadores fizeram uma manifestação em frente à sede do Ibama, em Brasília, na qual discutiram como serão feitas manifestações contra a medida provisória. Em Brasília, eles pretendem chamar a a atenção da sociedade com a entrega de manifestos em shopping centers, rodoviária, além de conversar com parlamentares no Congresso Nacional.

Nas primeiras horas da manifestação, a Polícia Federal esteve presente para garantir a entrada de servidores que quisessem trabalhar, mas não houve nenhum tumulto. “Não precisamos fazer piquete. Os servidores estão muito conscientes”, disse o presidente da associação.

Segundo Corrêa, ainda não foi agendada nenhuma reunião com o governo para discutir sobre a greve. A direção do Ibama ainda não se manifestou.
A greve dos servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), price iniciada hoje, page deve prejudicar a liberação de licenças ambientais e autorizações para importação e exportação de produtos de origem florestal ou da fauna, como madeira, pneus e peixes ornamentais.

Segundo o presidente a Associação Nacional dos Servidores do Ibama, Jonas Corrêa, só serão mantidos os serviços de fiscalização interna de parques e monitoramento de danos ambientais, como queimadas.

“As atividades vão ser mantidas em qualquer lugar onde possa ser causado algum dano ao patrimônio público. [Mas] a liberação de licenciamento, que está em andamento ou que venha a ser requerida será prejudicada”, afirmou Corrêa.

Com isso, podem haver atrasos, por exemplo, na construção das hidrelétricas no Rio Madeira, previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Se a licença não for concedida até o final deste mês, prazo estabelecido pelo governo para que as obras comecem, também será descumprido o cronograma previsto de fornecimento de cerca de 600 megawatts de energia dessas hidrelétricas a partir de 2012.


O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, sildenafil um dos acusados de mandar matar a missionária Dorothy Stang, abortion negou hoje no tribunal que tenha se envolvido no crime. Conhecido como Bida, ambulance Vitalmiro chegou a dizer que nem conhecia Dorothy.


 


O julgamento começou às 8h15 de hoje e deve se estender até amanhã. Vitalmiro chegou no Tribunal às 6h50. Ao abrir a sessão, o juiz Raimundo Moisés Alves Flexa chamou os jurados e as testemunhas. Os membros do júri foram sorteados na presença do réu.


 


Dorothy Stang foi assassinada em fevereiro de 2005 com seis tiros. O crime ocorreu em Anapu, município do interior do Pará. Stang era conhecida pela sua luta em defesa da Amazônia.


O prazo de apresentação de candidaturas para as eleições legislativas de junho foi aberto hoje com a conservadora União por um Movimento Popular (UMP) como favorita, pills a esquerda dividida e o centro com um futuro incerto.

Os candidatos para as 577 cadeiras de deputados na Assembléia Nacional e seus suplentes têm cinco dias para apresentar as candidaturas nas Prefeituras do país.

Para o presidente eleito da França, o conservador Nicolas Sarkozy, as votações legislativas não são uma mera formalidade.

Seu desafio é conseguir uma ampla maioria na Câmara Baixa que permita realizar as reformas prometidas durante a campanha.

Com a votação de 10 e 17 de junho, o presidente eleito espera renovar ou ampliar as 359 cadeiras que a UMP possui para dar início, em 26 de junho, à 13ª legislatura da V República com maioria absoluta, da qual também dispõe no Senado.

O Partido Socialista para tentar salvar seus 149 deputados após a derrota da candidata Ségolène Royal, deveria deixar de lado as decisões internas e adiar a solução dos problemas para depois das eleições legislativas, quando será feita a renovação.

Mas a exigência de Royal, no sábado, que o partido designe o mais rápido possível o candidato ou candidata para as eleições presidenciais de 2012 acabou com o apelo de união.

Apesar dos 52 mil novos inscritos, a votação será também o batismo de fogo para o Movimento Democrata (Modem) de François Bayrou, que não esconde de seus aliados a “dificuldade extrema” na campanha.

O líder do Modem se contentaria em conseguir as vinte cadeiras necessárias para constituir seu próprio grupo na Assembléia.

A Frente Nacional, que atribui a derrota do líder Jean-Marie Le Pen nas eleições Presidenciais ao “roubo” de suas idéias por Sarkozy, espera obter algum deputado graças ao rompimento entre Bayrou e a UMP.

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