Comboios carregados de comida e remédios dirigiam-se para áreas duramente castigadas do Líbano, treatment generic hoje, depois de Israel e o Hezbollah terem concordado em criar uma rota segura, afirmar am autoridades. Um navio de guerra da França chegou a Beirute levando 150 toneladas de comida, cobertores e remédios. Esse é um dos maiores carregamentos de ajuda a atingir o país árabe nas três semanas de conflito.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (ICRC) e o Programa Mundial de Alimentação (WFP), da Organização das Nações Unidas (ONU), retomaram o envio de ajuda para algumas das cerca de 900.000 pessoas expulsas de suas casas pela violência. "É sempre positivo o fato de podermos sair a campo e ajudar, mas o dia está apenas começando", afirmou Hisham Hassan, porta-voz do ICRC.
Segundo Hassan, nove comboios haviam partido rumo às cercanias de Beirute, Tiro, Marjayoun e Jezzine levando material de ajuda e para descobrir do que mais precisam as pessoas presentes nesses locais. Apesar de Israel ter prometido suspender por dois dias seus bombardeios, a ONU e o ICRC deixaram de enviar ajuda por não terem recebido garantias de segurança.
A ONU afirmou que os problemas continuavam a se verificar hoje. A entidade despachou dois comboios, um deles para Tiro, mas um terceiro, cujo destino era o vilarejo da fronteira sul Rmaish, não conseguiu avançar. "Não conseguimos garantias dos israelenses. Então, ele não partiu", afirmou Khaled Mansour, porta-voz da ONU. "Cada comboio perdido significa um grande preju ízo para nós porque poderíamos ajudar entre 1.000 e 10.000 pessoas com ele. Mas nem mesmo sabemos quantas pessoas ainda estão no sul do Líbano".