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Combates e ataques mataram 12 mil desde 2007 no noroeste do Paquistão

Arquivo Geral

21/11/2009 0h00

Os combates entre o Exército paquistanês e a insurgência talibã no noroeste do país causaram a morte de pelo menos 11,804 mil pessoas, na maioria extremistas, desde 2007, informaram hoje fontes dos serviços de inteligência.

As vítimas foram causadas por operações militares e ataques insurgentes registrados no Vale de Swat e nas demarcações tribais na fronteira com o Afeganistão, segundo vários porta-vozes dos principais serviços secretos paquistaneses (ISI).

Cerca de 6,25 mil vítimas fatais eram insurgentes, entre os quais estão 700 combatentes estrangeiros, enquanto cerca de 3,05 mil mortos são civis, disseram as fontes, em um encontro com uma delegação espanhola de especialistas e a imprensa, no qual a Agência Efe esteve presente.

Além disso, durante esse período, 2,501 mil membros das forças de segurança morreram, mais da metade deles soldados regulares e o resto, forças paramilitares, policiais ou agentes dos serviços secretos.

As fontes disseram que a maioria das vítimas civis morreu ou ficou ferida em consequência de “atentados terroristas” e outras ações insurgentes, mas admitiram que as operações militares causaram baixas.

Após lançar uma operação em grande escala contra os talibãs em Swat, o Exército paquistanês combate desde meados de outubro os insurgentes na região tribal do Waziristão do Sul, principal reduto dos extremistas no Paquistão.

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