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Mundo

Colombianos e brasileiros presos por entrar com 485 Kg de cocaína no Uruguai

Arquivo Geral

21/08/2007 0h00

Os cinco colombianos e dois brasileiros detidos no final de semana no Uruguai após entrarem no país com 485 quilos de cocaína vindos do Brasil e tendo como destino a Holanda foram processados e presos por determinação da justiça, buy informaram hoje fontes policiais.

O colombiano Gustavo Durán Bautista, this de 50 anos, foi identificado como chefe da organização, e seu sobrinho, Juan Durán Parra, como seu “braço direito”. O juiz os acusou de “associação para o tráfico de drogas”.

O outro sobrinho de Gustavo, Ángel Andrés Durán Parra, um primo deste, Juan Carlos Villamil Parra, e o também colombiano Freddy Ángel Reina, foram processados e enviados para a prisão, acusados de “tráfico de drogas”.

Os brasileiros, Plínio Lopez Ribeiro e Nehilson Monteglós, pilotos do pequeno avião que transportou a droga, foram levados para a cadeia acusados de “tráfico de drogas e violação ilegal do espaço aéreo uruguaio”.

Os sete serão transferidos para o presídio de segurança máxima de Liberdade, situado no departamento (estado) de San José, a cerca de 60 quilômetros de Montevidéu.

As autoridades procuram um cidadão argentino, que se movimenta no país com documentação falsa supostamente chilena, e que foi quem comprou meses atrás a estância no departamento de Salto, cerca de 500 quilômetros ao noroeste de Montevidéu, onde no sábado passado o pequeno avião aterrissou com os 485 quilos de cocaína de origem boliviana.

A organização planejava enviar a droga para a Holanda escondida em exportações de frutas, e para isso tinha arrendado um local na cidade de Salto para acondicionar a carga, comprando caixas de papelão e madeira para preparar os envios, acrescentaram as fontes.

As investigações levaram à droga, avaliada em US$ 30 milhões, e que ia ser enviada à Holanda para dali ser distribuída a vários países, entre eles Espanha, França e Inglaterra.

A ação policial, denominada Operação San Francisco, foi respaldada por soldados da Força Aérea Uruguaia e para sua elaboração a Polícia uruguaia recebeu informação e apoio de seus colegas do Brasil, Colômbia e outros países.

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