Menu
Mundo

Colômbia teria impedido Venezuela de fazer o exame de DNA de Emmanuel

Arquivo Geral

04/01/2008 0h00

O governo da Colômbia negou a especialistas venezuelanos a possibilidade de fazer um exame de DNA na criança que as autoridades colombianas acreditam ser Emmanuel, health filho de Clara Rojas, seqüestrada pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), afirmou hoje o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro.


Trata-se de uma decisão “muito grave e triste” do Executivo de Bogotá, “que deixa claro que há algo estranho em toda esta situação”, afirmou Maduro à emissora estatal venezuelana “VTV”.


O chefe da diplomacia venezuelana revelou que essa negativa foi comunicada por telefone pelo ministro das Relações Exteriores colombiano, Fernando Araújo, e que esta deve agora ser formalizada por escrito.


“Esperávamos da Colômbia a mesma conduta” que a Venezuela assumiu e que permitiu, “de maneira imediata”, que especialistas colombianos efetuassem os exames de DNA em familiares de Rojas em Caracas, acrescentou.


A pedido dos familiares, segundo Maduro, o governo da Venezuela solicitou ao da Colômbia que foram realizadas “amostras conjuntas e paralelas por parte de médicos colombianos e venezuelanos”, mas não se “obteve resposta oficial sobre isso até hoje”.


“O governo da Colômbia nos solicitou em 31 de dezembro colaboração” para obter mostras de DNA dos familiares de Rojas e Emmanuel que estavam em Caracas, o que foi aceito de maneira imediata pelo Executivo de Chávez, reiterou Maduro.


O chanceler venezuelano também criticou a “campanha brutal” mantida por meios de comunicação colombianos “vinculados aos mais altos” funcionários do Governo colombiano “para tentar dar veracidade à hipótese de Uribe” em torno de se o menino entregue a uma instituição do Estado é Emmanuel.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado