O embaixador permanente da Colômbia perante a OEA, Luis Alfonso Hoyos Aristizábal, entregou um relatório detalhado ao secretário-geral José Miguel Insulza, em que expressa “a preocupação” do Governo com o ocorrido.
O comunicado emitido pela Colômbia não indica, no entanto, é solicitada alguma ação concreta contra a Venezuela.
A explosão de duas pontes de pedestres, localizadas sobre o rio Táchira, limítrofe entre os dois países, foi condenada pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe.
O vice-presidente venezuelano, Ramón Carrizalez, confirmou a explosão das pontes, que segundo ele eram ilegais e serviam para narcotraficantes.