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Colômbia refuta proposta de Chávez de tirar guerrilheiros de lista terrorista

Arquivo Geral

11/01/2008 0h00

O Governo colombiano criticou hoje o pedido feito pelo presidente venezuelano, price Hugo Chávez, à comunidade internacional, para que retire as guerrilhas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN) da lista de grupos terroristas.

O ministro do Interior colombiano, Carlos Holguín, qualificou o pedido de “insólito e desproporcional”. “Não podemos admitir isso”, disse. Chávez começou seu pronunciamento de hoje pedindo aos Governos do continente e do mundo que “reconheçam as Farc e o ELN como forças insurgentes da Colômbia, e não como grupos terroristas”.

As Farc, com 17 mil combatentes, e o ELN, com 5 mil, ativos há mais de 40 anos, estão incluídos nas listas internacionais de grupos terroristas. “Estes grupos não são considerados terroristas pelo que dizem, mas pelo que fazem”, disse Holguín.

José Obdulio Gaviria, principal assessor do presidente colombiano, Álvaro Uribe, qualificou esses grupos como “organizações que exercem a violência contra um Governo democrático e contra o povo colombiano”. Ele lembrou que a Colômbia não tem oposição política armada, e que se estas organizações são qualificadas de terroristas, é unicamente por seus atos.

“Este é um assunto definido internacionalmente”, disse. Já a presidente do Congresso colombiano, Nancy Patricia Gutiérrez, disse que “houve um equívoco muito grande por parte de Chávez”.

“Não posso compartilhar”, disse Gutiérrez, sobre as declarações feitas hoje por Chávez, de que as organizações guerrilheiras eram na verdade “exércitos, com um projeto político”.

Por sua parte, a ex-ministra da Defesa e atual congressista Marta Lucía Ramírez afirmou que o Governo venezuelano “está revelando seu discurso duplo”, e qualificou as declarações de Chávez como uma “intromissão abusiva” na situação interna da Colômbia.O Governo colombiano criticou hoje o pedido feito pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, à comunidade internacional, para que retire as guerrilhas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN) da lista de grupos terroristas.

O ministro do Interior colombiano, Carlos Holguín, qualificou o pedido de “insólito e desproporcional”. “Não podemos admitir isso”, disse.

Chávez começou seu pronunciamento de hoje pedindo aos Governos do continente e do mundo que “reconheçam as Farc e o ELN como forças insurgentes da Colômbia, e não como grupos terroristas”.

As Farc, com 17 mil combatentes, e o ELN, com 5 mil, ativos há mais de 40 anos, estão incluídos nas listas internacionais de grupos terroristas. “Estes grupos não são considerados terroristas pelo que dizem, mas pelo que fazem”, disse Holguín.

José Obdulio Gaviria, principal assessor do presidente colombiano, Álvaro Uribe, qualificou esses grupos como “organizações que exercem a violência contra um Governo democrático e contra o povo colombiano”.

Ele lembrou que a Colômbia não tem oposição política armada, e que se estas organizações são qualificadas de terroristas, é unicamente por seus atos. “Este é um assunto definido internacionalmente”, disse.

Já a presidente do Congresso colombiano, Nancy Patricia Gutiérrez, disse que “houve um equívoco muito grande por parte de Chávez”. “Não posso compartilhar”, disse Gutiérrez, sobre as declarações feitas hoje por Chávez, de que as organizações guerrilheiras eram na verdade “exércitos, com um projeto político”.

Por sua parte, a ex-ministra da Defesa e atual congressista Marta Lucía Ramírez afirmou que o Governo venezuelano “está revelando seu discurso duplo”, e qualificou as declarações de Chávez como uma “intromissão abusiva” na situação interna da Colômbia.

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