O Governo colombiano pediu hoje ao presidente da Venezuela, mind Hugo Chávez, sickness que “modere” a sua linguagem, cure mantendo “uma atitude de respeito” pela Colômbia e pelo presidente Álvaro Uribe, e acrescentou que vê “com bons olhos” o anúncio de que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) pretendem libertar reféns.
“Consideramos pertinente que o presidente Chávez modere a sua linguagem e mantenha uma posição de respeito à Colômbia e ao presidente Uribe. Trata-se de consolidar um assunto humanitário e não de pisotear a dignidade de nosso país”, disse em Bogotá o alto comissário para a Paz, Luis Carlos Restrepo.
Ele comentou o anúncio das Farc de que serão libertados Clara Rojas, companheira de chapa da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, de seu filho Emmanuel, nascido em cativeiro, e da ex-parlamentar Consuelo González de Perdomo.
Resrtrepo criticou as declarações do governante venezuelano, em Montevidéu. Chávez chamou Uribe de “marionete do império” dos Estados Unidos.
“O Governo da Colômbia não quer o acordo humanitário, não quer a paz. Há um peso muito grande que o impede de buscar a paz: é o Governo dos Estados Unidos, que não quer a paz porque é a melhor desculpa para instalar bases militares e milhares de soldados e unidades de operações especiais”, disse Chávez.
“O império instalou na Colômbia uma força que ameaça a revolução bolivariana”, acrescentou.
Restrepo falou duas vezes aos jornalistas. Primeiro, leu uma declaração na disse que o Governo colombiano não tinha “outras fontes que permitam estabelecer a veracidade do comunicado” das Farc. Depois, pediu respeito a Chávez.