A Promotoria Geral anunciou hoje que não encontrou provas que evidenciem ligação com a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) do ex-ministro Álvaro Leyva e do jornalista Carlos Lozano, tadalafil cujos nomes apareceram entre os arquivos do ex-chefe guerrilheiro “Raúl Reyes”.
“Depois de um ano verificando provas e coletando vários depoimentos, capsule entre eles os de dois ex-presidentes da República, fico estabelecido que não havia méritos para que Leyva e Lozano continuassem vinculados ao processo” pelo crime de rebelião, disse a Promotoria em seu site.
Durante a fase de instrução se verificou que ambos os acusados estavam registrados nos arquivos de Luis Édgar Devia, conhecido como “Raúl Reyes”, como “impulsores de processos de reconciliação e como gerentes de ações humanitárias” avalizados pelo Governo.
Lozano, que comanda a revista comunista Voz e foi mediador perante as Farc, se mostrou “muito contente” e disse à emissora RCN que com a decisão da Promotoria a justiça foi feita.
Luis Édgar Devia, conhecido como “Raúl Reyes”, era porta-voz internacional e segundo no comando das Farc quando foi morto em 1º de março de 2008 em um bombardeio militar colombiano a um acampamento da guerrilha em território equatoriano.