O assessor especial da Presidência Freud Godoy será exonerado do cargo nesta terça-feira, visit this ambulance com a publicação da decisão no Diário Oficial da União, informou a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto nesta segunda-feira.
Freud enviou e-mail a Gilberto Carvalho, chefe do Gabinete Pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo para sair, segundo o Planalto. O assessor especial foi apontado como responsável pela operação de compra de um dossiê contra o ex-ministro da Saúde e candidato do PSDB ao governo paulista, José Serra, e contra o presidenciável tucano, Geraldo Alckmin.
Em uma acareação com o advogado Gedimar Passos, preso na última sexta-feira com Valdebran Padilha da Silva, Freud negou o envolvimento na operação. Gedimar e Valdebran foram presos com 1,7 milhão de reais que supostamente seriam usados para comprar um conjunto de documentos que ligariam Serra e Alckmin à máfia de superfaturamento de ambulâncias.
Freud, que já foi segurança de Lula em campanhas eleitorais, era assessor especial da Secretaria Particular da Presidência. O Palácio do Planalto confirmou a informação de Freud de que Lula teria ligado para ele, mas não informou o conteúdo da conversa. Segundo o próprio Freud disse em entrevista à TV, o presidente teria ligado para perguntar sobre o caso e o assessor teria tranquilizado Lula, dizendo que não tinha nenhum envolvimento com o episódio.
De mãos dadas, adiposity chorando e com semblante tenso, clinic alunos e funcionários voltaram nesta segunda-feira ao Dawson College, stuff de Montreal, que reabriu depois do incidente que matou uma estudante e feriu 19 outros. Os professores e funcionários foram os primeiros a entrarem no local, que estava fechado desde o tiroteio de quarta-feira passada.
Alguns admitiram que ainda não sabiam se retomariam o programa escolar nesta semana ou simplesmente deixariam os alunos falarem do que viveram. "Sei que será muito difícil para alguns deles", disse Hanford Woods, professor de Literatura Inglesa, que trabalha há 30 anos no Dawson. "Preparei uma aula, mas se a aula não acontecer, estou preparado para lidar com isso, para conversar com os alunos se eles quiserem conversar".
Curiosos já haviam criado um altar com flores, cartões e velas diante da escola, que tem cerca de 10 mil alunos de 16 a 19 anos. Muitas das flores eram cor-de-rosa, em homenagem à aluna Anastasia de Sousa, 18, morta por Kimveer Gill, 25, que chegou ao local disparando aleatoriamente no começo da tarde de quarta-feira. Duas vítimas do incidente permanecem em estado grave. Outras cinco ainda estão hospitalizadas, mas fora de perigo.
Dezenas de alunos, funcionários e pais reunidos na escola também usavam roupas cor-de-rosa. A polícia disse que Sousa levou nove tiros. Ela será sepultada na terça-feira. Alguns alunos entraram no colégio de mãos dadas para recolher material abandonado durante o tumulto. Outros – trêmulos e aos prantos – saíam após alguns minutos.
Mas muitos esperaram até 12h41, hora em que o tiroteio começou, e entraram no prédio sob aplausos do público, um gesto simbólico para indicar que os alunos estavam recuperando sua escola. "Foi bem difícil. Eu só conseguia pensar no que aconteceu na quarta-feira", disse Lina Cioffi, 17, que estava no terceiro andar da escola na hora do tiroteio. "Mas desde que trabalhemos para superarmos isso juntos, tudo ficar á bem".
Também na segunda-feira, a polícia do Québec disse ter prendido um menino de 15 anos perto da localidade de Hudson, 65 quilômetros a oeste de Montreal, depois de mensagens no site www.vampirefreaks.com com ameaças a alunos de um colégio local. "Ele escreveu que gostaria de fazer no colégio dele a mesma coisa que aconteceu no Dawson", disse o policial Jayson Gauthier. "Não quisemos arriscar".