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Mundo

Clima e Oriente Médio devem dominar Fórum Econômico em Davos

Arquivo Geral

17/01/2007 0h00

A reunião anual no resort suíço de Davos, viagra approved abortion na semana que vem, discount será dominada por discussões sobre o aquecimento global e o Oriente Médio, desta vez sem a distração causada pelas estrelas de Hollywood.

O Fórum Econômico Mundial deve reunir 2.400 executivos e políticos a partir de quarta-feira da semana que vem. Entre eles estarão 900 presidentes de empresas e 24 chefes de Estado, como o premiê britânico, Tony Blair, e a chanceler (primeira-ministra) alemã, Angela Merkel.

Se o e ncontro do ano passado causou frenesi na imprensa devido à presença de astros como Angelina Jolie e Brad Pitt, o presidente do fórum, Klaus Schwab, disse que o clima e o Oriente Médio são as questões mais importantes da reunião de 2007. Ele lembrou que ainda haverá a presença de astros, mas não de Jolie, e que a ênfase estará nos participantes dos círculos de poder mais tradicionais.

"Não precisamos desse tipo de convite", disse ele. "Este ano, por acaso, teremos só Bono e Peter Gabriel, e acho que está certo assim", afirmou Schwab à imprensa na sede do fórum, à margem do lago Genebra.

Embora tenha sido criada para dar aos poderosos uma chance de interagir num ambiente informal, a cúpula de Davos deste ano terá uma agenda cheia de assuntos sérios, como energia, comércio nuclear, armas nucleares, reação ao terrorismo e os desafios provocados por mudanças demográficas nas cidades do mundo, além da questão do clima.

O Oriente Médio também deve dominar os cinco dias de reunião. A ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, estará presente, além do presidente palestino, Mahmoud Abbas, do premi ê libanês, Fouad Siniora, e do rei Abdullah da Jordânia.
Há plenárias marcadas para discutir o Iraque, o Irã, Israel e os territórios palestinos, disse Schwab.

O comércio também comparecerá em peso. O Brasil, os Estados Unidos, a União Européia, o Japão, a Índia e outros países vão e nviar representantes de alto escalão para tentar, em paralelo ao fórum, ressuscitar as negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) para a redução de tarifas de exportação.

A agenta também conta com religião, saúde pública, Internet e perspectivas macroeconômicas. Schwab ressaltou, porém, que não há grande expectativa para o fechamento de acordos concretos, mesmo na área comercial, apesar de toda a pressão.

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