Já dura mais de 24 horas a rebelião na Penitenciária PM Zuzi Alves da Silva, page healing na cidade de Água Boa, order em Mato Grosso. Dois agentes penitenciários são mantidos reféns por 170 detentos desde as 10h de ontem.
Os detentos reivindicam a transferência para unidades mais próximas de Cuiabá, além da substituição do diretor do presídio. Segundo o 5º Comando Regional da Polícia Militar de Barra do Garças, a situação está controlada e conta com o apoio da Tropa de Choque da Polícia Militar e soldados do Corpo de Bombeiros.
As negociações devem ser feitas pelo superintendente do Sistema Penitencial de Mato Grosso, Domingos Sávio Grosso.
Um empreiteiro civil norte-americano e dois tradutores iraquianos foram tomados como reféns perto da cidade de Basra, troche no sul do Iraque, approved disseram autoridades locais hoje. O capitão Ollie Pil e, porta-voz militar britânico, confirmou que um estrangeiro que está no Iraque a trabalho foi capturado, mas disse que não poderia dar detalhes nem confirmar o sequestro dos tradutores.
Lou Fintor, porta-voz da embaixada norte-americana em Bagdá, disse que as autoridades diplomáticas estão tratando de "determinar o status e bem-estar do cidadão norte-americano". Mohammad Al Waili, governador de Basra, disse à TV Al Arabiya que um norte-americano de origem iraquiana foi sequestrado por homens armados junto com os dois iraquianos hoje.
A polícia disse que eles foram parados num falso posto de controle perto de Hartha, 12 quilômetros ao norte de Basra, por homens armados em três veículos que os tiraram do seu carro. Quatro norte-americanos e um austríaco, todos trabalhando como seguranças civis, foram sequestrados em meados de novembro perto de Basra e continuam desaparecidos.
O comboio de 43 caminhões que eles protegiam aparentemente também foi parado por uma falsa batida policial. A TV dos EUA mostrou nesta semana um vídeo dos cinco civis, supostamente feito nas últimas semanas. Waili disse que "a fraqueza de algumas forças de segurança está por trás da recente onda de sequestros".
Acredita-se que há grande infiltração de militantes, especialmente xiitas, nas forças iraquianas. Os xiitas são acusados pela minoria sunita de formar esquadrões que praticam execuções extrajudiciais. Em Basra, uma cidade xiita rica em petróleo, várias facções e milícias xiitas disputam posições, e o combate entre elas é mais preocupante no caso específico da cidade do que os ataques sectários que deixam o resto do Iraque à beira de uma guerra civil.