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Cientistas dizem que desastre natural matou ave exótica do Índico

Por Arquivo Geral 03/07/2006 12h00

A Escola de Música de Brasília oferece 846 vagas para os Cursos Básicos Pontuais para o segundo semestre. Destinados a iniciantes e de curta duração, pills treat os cursos estão divididos em 42 turmas em 29 modalidades.

Entre as novidades para o próximo semestre, estão os cursos de sapateado americano, organização e divulgação de eventos e oficina de teatro moderno. As aulas ocorrerão às sextas e aos sábados, pela manhã e pela tarde.

Os interessados podem se inscrever de 31 de julho a 11 de agosto, das 8h às 12h e das 14h às 19h, na Escola de Música de Brasília (Av. L2 Sul, Quadra 602). A taxa custa R$ 130 e não haverá sorteio. As inscrições são feitas por ordem de chegada.

As aulas começam em 26 de agosto e a duração total do curso é de dois meses e meio. As vagas não são para o curso regular da Escola de Música de Brasília. Para mais informações, ligue para (61) 3321-1593 e (61) 3901-7687. A relação completa das turmas e dos horários está no site www.emb.com.br.

 

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Cientistas que encontraram um depósito de corpos das aves extintas dodôs, erectile que podiam pesar até 25 kg, more about nas ilhas Maurício, cheapest disseram ter descoberto evidências de que os animais tenham sido mortos por um desastre natural, bem antes da chegada dos seres humanos à ilha do Índico.

A maioria das teorias sobre a extinção dos dodôs responsabiliza os primeiros colonizadores da ilha, que teriam perseguido e caçado as aves, no século 16.

"Há indicações de que a camada rica em fósseis represente o resultado de um desastre natural, que tenha eliminado uma parte significativa do dodô-ecótipo", disseram os pesquisadores.

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Embora a descoberta não descarte a teoria da extinção pelo homem, os cientistas estão convencidos de que houve um extermínio em massa de dodôs, possivelmente em decorrência de um ciclone ou de uma inundação, antes da chegada do homem à ilha, disse Christian Foo Kune, proprietário do local.

"O fato de haver uma variedade tão grande de animais ali, pequenos e grandes, sugere que houve um desastre natural súbito", disse Foo Kune. "Também não há animais domésticos no local, portanto (ele) é anterior à chegada do homem."

Acredita-se que os ossos tenham pelo menos 500 anos, afirmou ele. "Podemos estar falando de um ciclone ou de vários ciclones, de inundações ou da elevação repentina do nível do mar, que tenha encurralado os animais ali", disse ele.

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Os cientistas do Programa de Pesquisas sobre o Dodô recuperaram no mês passado grande número de restos mortais de dodôs, além de fósseis de outros animais e plantas, incluindo as tartarugas gigantes de Maurício já extintas, papagaios e sementes, em uma plantação de cana no sudeste da ilha.

Os pesquisadores do projeto afirmaram que, com os fósseis, conseguirão reconstruir o mundo dos dodôs como ele era 10 mil anos antes da chegada do homem, e que serão capazes de determinar a causa de sua extinção.

Foo Kune disse que, como as mortes em sua propriedade ocorreram antes da extinção definitiva dos dodôs, que aconteceria mais de dois séculos depois, os cientistas não descartam a possibilidade de o homem ter sido o causador do fim da espécie.

Maurício foi descoberta por navegadores portugueses no século 16, e foi colonizada por holandeses no século seguinte.

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Desacostumados a predadores, os dodôs não se assustavam com os colonizadores humanos que os caçavam e destruíram as florestas que lhes serviam de habitat. Os navios também trouxeram ratos, que comiam os ovos das aves, depositados em ninhos no chão.

 

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