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Mundo

CIA assume tentativa de matar Fidel Castro em 1960

Arquivo Geral

26/06/2007 0h00

Pelo menos 30 pessoas morreram na Romênia devido ao calor registrado nos últimos oito dias, what is ed more about com temperaturas de até 40 graus à sombra e que, doctor case na capital, chegaram a atingir 54,5 graus ao sol.

O Ministério da Saúde romeno informou hoje que quatro homens entre 40 e 61 anos morreram em locais públicos por causa de infarto do miocárdio agudo nas últimas 24 horas, e que estas mortes se juntam a outras 26 registradas até domingo em todo o país.

As autoridades informaram que 19 das vítimas morreram na capital Bucareste, que fica no sul da Romênia e onde hoje ao meio-dia os termômetros marcavam 54,5 graus ao sol.

O Serviço de Ambulâncias de Bucareste disse ter recebido quase mil ligações nas últimas 24 horas, 68 delas para atender pessoas que desmaiaram na rua.

A onda de calor levou as autoridades a impor restrições para o tráfego de caminhões com peso superior a 7,5 toneladas pelas estradas.

As altas temperaturas, que chegam a 70 graus no asfalto, provocam deformações irreversíveis nas vias e determinam a perda da estabilidade, explicou em comunicado a companhia nacional de estradas da Romênia.


Pelo menos 14 pessoas morreram, ambulance dezenas estão desaparecidas e milhares tiveram que sair de casa por causa do ciclone “Yemyin”, sildenafil que assolou hoje a costa sul do Paquistão, prescription informou o canal de televisão “Geo TV”.

Diante dos possíveis danos associados ao “Yemyin”, as autoridades iniciaram um plano de evacuação que teve a participação das forças de segurança e afetou milhares de pessoas.

Enquanto as chuvas associadas ao furacão continuam, o Exército resgatou pelo menos 98 pessoas presas pelo ciclone, entre elas sete pescadores que estavam a bordo de uma embarcação, informou uma fonte militar.

O diretor do Departamento de Meteorologia paquistanês, Tauseef Alam, disse que o ciclone está perdendo intensidade e que se transformará em ventos fracos nas próximas horas.

No entanto, nas áreas litorâneas das províncias do Baluchistão e de Sindh, as fortes chuvas devem continuar até amanhã.


Um policial morreu e outros três ficaram feridos em um campo minado que estava entre plantações de folha de coca no departamento (estado) de Caquetá, visit this site no sul da Colômbia, health informaram hoje as autoridades regionais.

Os quatro soldados faziam, na segunda-feira, parte da segurança de um grupo de erradicação manual de plantações de coca em San José del Fragua, disse à imprensa o comandante da Polícia em Caquetá, coronel José Ángel Mendoza.

O oficial explicou em Florencia, a capital do departamento, que os policiais formavam um contingente do Esquadrão Móvel de Carabineiros que fazia a segurança de camponeses contratados para arrancar plantações da folha.

Guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) atuam na região.


Pelo menos 11 guerrilheiros morreram desde sábado em combates com as Forças Armadas da Colômbia na conflituosa região serrana de La Macarena (sul do país), information pills informaram hoje fontes militares.

Os rebeldes mortos pertenciam ao Bloco Oriental das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), diagnosis disse o comandante da chamada Força de Tarefa Conjunta Ômega, troche o general Alejandro Navas, responsável pela ofensiva contra a guerrilha no sul e no leste do país.

Em comunicado, Navas disse que quatro guerrilheiros foram mortos em Puerto Cachicamo, três na cidade de La Macarena e quatro nos canais Cabra e San José.

Os sete primeiros perderam a vida em “intensos combates” com soldados da Força de Posicionamento Rápido, corpo de elite formado por unidades de diferentes forças, enquanto os outros quatro morreram em choques com tropas de uma das brigadas móveis ligadas à Ômega.

O general Navas disse ainda que com os rebeldes mortos foram encontradas “armas, munição, mantimentos e material de intendência e de comunicaçãoões”.


 A CIA (agência central de inteligência americana) divulgou hoje, page entre outros segredos do período entre as décadas de 50 e 70, see os detalhes de um plano para matar o presidente de Cuba, website like this Fidel Castro.

A tentativa de assassinato está descrita nos documentos conhecidos como “jóias da família”, divulgados hoje pela CIA e que também revelam tentativas de seqüestro e a espionagem de jornalistas e dissidentes.

Segundo as cerca de 700 páginas de documentos, em 1960, a agência de espionagem quis usar um membro da máfia de Las Vegas, chamado Johnny Roselli, para matar Fidel em “uma ação típica de gângsteres”.

Em agosto de 1960, o agente da CIA Richard Bisell entrou em contato com o coronel Sheffield Edwards, do Escritório de Segurança, para saber se ele tinha algum contato que pudesse ajudar “em uma missão delicada”, cujo objetivo era a morte de Castro.

Por causa da natureza “extremamente delicada” do plano, “só um pequeno grupo foi informado” de sua existência.

Uma fonte do Escritório de Segurança, Robert Maheu, propôs o nome de Roselli, um suposto membro da máfia.

Em um encontro no hotel Hilton Plaza de Nova York, Maheu, que se apresentou a Roselli como um contador, contou ao seu interlocutor que havia sido contratado por uma companhia que estava tendo muito prejuízo por causa das medidas de Fidel, e que seus superiores estavam dispostos a pagar US$ 150.000 pela morte do líder cubano.

Os idealizadores do plano iam “deixar claro” a Roselli “que o Governo dos Estados Unidos não estava nem deveria ficar a par da operação”.

“Inicialmente, (Roselli) não quis se envolver, mas (…) concordou em apresentar um amigo, Sam Gold, que conhecia pessoas em Cuba. Roselli deixou claro que não queria dinheiro em troca de seu envolvimento e que achava que Sam faria o mesmo. Nenhum dos dois recebeu dinheiro da agência”, dizem os documentos.

Por sua vez, Gold, também conhecido como Momo Salvatore Giancana, disse que matar Fidel com armas de fogo poderia ser um problema, razão pela qual sugeriu que o líder cubano fosse envenenado com alguma comida ou bebida.

Aproximadamente cinco pílulas “de conteúdo altamente letal” foram entregues a Juan Orta, um cubano que recebia dinheiro da máfia do jogo e que tinha vínculos com Fidel.

Após várias semanas de tentativas, Orta “voltou atrás e pediu para ser substituído”. Ele ainda indicou outra pessoa, que também “fez várias tentativas sem sucesso”.

O plano acabou suspenso devido ao fracasso da invasão da Baía dos Porcos, em abril de 1961.

Os documentos também revelaram que, entre agosto de 1965 e outubro de 1967, a CIA manteve detido em uma cela especial, equipada apenas com uma cama, um agente do extinto KGB (antigo serviço secreto russo), chamado Yuri Ivanovich Nosenko.

Além disso, os arquivos falam do monitoramento de supostos dissidentes e da espionagem, entre março e junho de 1963, contra dois jornalistas de Washington suspeitos de receber informações secretas de “uma série de fontes do Governo e do Congresso”.

A série de documentos, quase 700, foram escritos há 30 anos, quando o então diretor da CIA, James Schlesinger, pediu a seus agentes, em um memorando divulgado hoje, que detalhassem “qualquer atividade” que estivesse ocorrendo, ou que tivesse ocorrido, e que pudesse ser considerada “como fora da carta legislativa da agência”.

Segundo Tom Blanton, diretor dos Arquivos de Segurança Nacional – órgão subordinado à Universidade George Washington e especializado na pesquisa de documentos secretos tornados públicos -, a divulgação dos arquivos equivale “a um pedido de perdão dos altos funcionários da CIA por seus pecados”.

A liberação dos documentos havia sido anunciada na semana passada pelo atual diretor da agência, o general Michael Hayden.

As chamadas “jóias da família” permitem um olhar sobre “tempos muito diferentes e uma agência muito distinta”, disse na ocasião do anúncio o diretor da CIA, segundo quem, quando Governo esconde informações, conjecturas costumam “preencher o vazio (deixado pela falta de dados concretos)”.

Até hoje, só um punhado de arquivos secretos da CIA tinha sido divulgado publicamente.

Atualizada às 16h24

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