O primeiro-ministro do Reino Unido, buy more about Tony Blair, this site disse que corre mais perigo de ser assassinado nas ruas do Reino Unido que no Iraque.
Numa entrevista ao jornal “The Times”, o líder trabalhista deu a surpreendente declaração ao responder por que não tinha usado colete à prova de balas durante uma visita a Bagdá.
“É muito mais provável que eu me reúna hoje, aqui, com um grupo de meninos, e que um deles cometa uma loucura, do que isso acontecer em Bagdá”, explicou Blair.
“Não quero dizer que haja mais perigo em Redditch (localidade próxima a Birmingham) que em Bagdá. Mas, se alguém quiser me assassinar, o mais provável é que vá escolher um momento em que eu esteja junto com o povo e a segurança não tenha antecipado o perigo”, ressaltou.
Ao contrário de funcionários, jornalistas e militares, Blair não quis usar o colete à prova de balas em Bagdá. “Os políticos iraquianos não usam. Por que eu usaria? Não é uma bravata”, garantiu.
Blair deixará definitivamente sua residência oficial no número 10 de Downing Street na próxima quarta-feira, para ir morar na sua casa, avaliada em mais de € 5 milhões, na praça Connaught, no centro de Londres.
Segundo “The Times”, alguns moradores do local reclamaram de não terem sido avisados pela Polícia.
A nova casa de Blair fica próxima do coração da comunidade árabe londrina.
Em sua entrevista, Blair confirmou pela primeira vez que pretende criar uma fundação para promover a cooperação entre as religiões e não negou os boatos de que deixará a Igreja Anglicana para se converter ao Catolicismo.
O primeiro-ministro deseja também contribuir para o processo de paz no Oriente Médio e poderá atuar como enviado especial do Quarteto formado por Estados Unidos, UE, Rússia e ONU.
Uma jovem de 15 anos foi violada e depois enterrada numa mina de carvão abandonada, ed onde sobreviveu durante seis dias sob as pedras, antes de ser resgatada, mas se encontra em estado grave, informou hoje o jornal “Beijing News”.
A jovem foi supostamente estuprada pelo sócio de seu pai numa agência de táxis, um homem de 50 anos identificado pelo sobrenome Gou. Ele convenceu a adolescente a ir no seu carro à mina abandonada no município de Chongqing, no sudoeste da China, dia 8 de junho, quando ela saía de sua escola.
Ali ela foi violada e espancada até ficar inconsciente. Gou amarrou a jovem, que enterrou de cabeça para baixo entre as pedras, segundo o jornal.
Gou retornou ao local no dia seguinte e voltou a violar a jovem, em quem bateu com pedras. Devido aos ferimentos, ela ficou inconsciente durante três dias.
Em 13 de junho, a jovem acordou com a chuva e conseguiu lamber algumas gotas que se infiltraram no poço, segundo relatou a seus pais após ser resgatada.
“Ela pode perder a visão do olho esquerdo e sua vida corre perigo, já que os 21 ferimentos em seu corpo são graves”, disseram fontes médicas.
A Polícia descobriu a jovem seis dias mais tarde, quando seus pais denunciaram o seu desaparecimento. O suposto atacante foi detido.