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Mundo

China pede que não haja "interferências estrangeiras" na crise do Egito

Arquivo Geral

10/02/2011 10h10

O Governo chinês expressou nesta quinta-feira o desejo de que “o futuro do Egito se decida independentemente por esse país, sem interferências estrangeiras”.

“A China acompanha de perto a situação no Egito, um país importante para a paz e a estabilidade na região, e entende e apoia os esforços para manter a estabilidade social e devolver a ordem”, destacou em entrevista coletiva o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores chinês, Ma Zhaoxu.

O porta-voz assegurou que o Egito “possui a capacidade e a sabedoria para encontrar uma solução apropriada” para a crise, que se prolonga há mais de duas semanas com contínuos protestos exigindo a renúncia do presidente do país, Hosni Mubarak.

Ma destacou ainda que a China seguirá a amizade e a cooperação que mantém com o Egito.

Desde o início dos protestos, a China fretou oito aviões para que cerca de 1.800 chineses voltassem para seu país de origem. Destes, 360 pessoas são provenientes de Macau, Hong Kong e Taiwan, acrescentou o porta-voz.

Ma não quis comentar os apelos de boa parte da comunidade internacional para que o Egito empreenda uma transição pacífica rumo à democracia.

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