Segundo a fonte, nas páginas eletrônicas eram vendidos remédios falsificados ou fazia-se publicidade de conteúdos ilícitos, tais como informação falsa, exagerada ou enganosa sobre supostas curas para várias doenças.
Sob o nome de hospitais ou instituições médicas eram vendidos os produtos em 25 portais, dois deles com sede no estrangeiro, sendo os 23 restantes fechados.
Desde julho do ano passado, Pequim intensificou a supervisão e a campanha contra a publicidade ilegal de remédios e com estes já são 51 os portais de internet fechados.