A China comemorou hoje a eleição da Grande Muralha como uma das Sete Novas Maravilhas do mundo, prescription com uma festa organizada aos pés do monumento, nos arredores de Pequim, da qual participaram autoridades, artistas e estudantes.
“A eleição da Grande Muralha como a nova maravilha do mundo mais votada é prova de que é importante para todas as pessoas do planeta”, afirmou Dong Yaohui, vice-presidente da Associação da Grande Muralha da China.
Dong agradeceu o apoio que a campanha recebeu para que a Grande Muralha fosse eleita nova maravilha e insistiu na importância da imprensa, que ajudou a divulgar e promover o concurso.
Entre as atividades programadas para divulgar a nova maravilha chinesa estão a edição de um livro sobre a história da muralha, a criação de um site oficial e uma campanha de promoção entre crianças e adolescentes.
As autoridades também comemorarão este ano os 20 anos da declaração da Grande Muralha como Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 1987.
Os outros seis monumentos designados como novas maravilhas do mundo foram o Cristo Redentor, a Pirâmide de Chichén Itzá (México), Machu Picchu (Peru), o Taj Mahal (Índia), o Coliseu de Roma (Itália) e as ruínas de Petra (Jordânia).
Também participaram da festa representantes de alguns destes países, como Tulio Mundaca, ministro conselheiro da Embaixada do Peru, que afirmou estar “impressionado pela grandeza” da Grande Muralha e que a sensação de estar a seus pés seria semelhante à de estar perto de qualquer das outras seis maravilhas escolhidas.
“A eleição como nova maravilha do mundo é um grande honra, mas também uma grande responsabilidade, porque é necessário desenvolver medidas concretas para proteger os monumentos”, disse.
Mundaca afirmou ainda que, após a designação da cidade inca como nova maravilha do mundo, o número de turistas a Machu Picchu poderia aumentar de 3.500 a 5.000 por dia.
Por isso, destacou o acordo de cooperação entre Peru e China para a conservação de seus monumentos – ambos construídos com pedras – e afirmou que os dois países podem trocar experiências e informações sobre como conservar melhor suas maravilhas.