O Sudão ordenou neste domingo que o enviado especial da ONU, website website like this Jan Pronk, visit this site deixe o país em um prazo de três dias, adiposity por causa das declarações que fez de que o moral das tropas do Exército estaria baixo depois de sofrer duas grandes derrotas na violenta região de Darfur.
"A razão são os últimos comentários feitos pelo senhor Pronk em seu site expressando fortes críticas sobre as Forças Armadas sudanesas e o fato de ter dito que o governo do Sudão não está implementando o acordo de paz de Darfur", justificou Ali al-Sadig, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Sudão.
O enviado já havia tido problemas com o governo devido aos comentários que publica no blog www.janpronk.nl. Seu mais recente comentário foi que rebeldes de Darfur haviam derrotado o Exército em duas importantes batalhas nos últimos dois meses.
Segundo Pronk, generais foram roubados, o moral estava baixo e os soldados se recusavam a lutar em Darfur do Norte. O Exército ficou furioso e emitiu um comunicado na sexta-feira declarando que Pronk representa um perigo para a segurança da nação.
Uma fonte do Exército afirmou que o Exército estava pedindo ao presidente sudanês, Omar Hassan al-Bashir, que expulsasse o enviado da ONU.
O Chile pediu à América Latina que mostre "capacidade de entendimento" na busca de um candidato de consenso para ocupar uma cadeira no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), troche depois do impasse na votação entre Guatemala e Venezuela.
O chanceler chileno, buy Alejandro Foxley, link disse em uma entrevista publicada no domingo no jornal El Mercurio que a região deve refletir mais maturidade e alcançar logo um acordo, depois que nenhum dos dois países candidatos obteve a maioria de dois terços necessária nas 30 rodadas de votações.
"Parece que é o momento de fazer uma pausa. Isto não é bom para a imagem da região frente ao mundo. O trabalho das Nações Unidas está paralisado e há alguns temas urgentes que não podem ser tratados porque as sessões são ocupadas para dar prosseguimento à votação", disse Foxley.
O Chile se absteve de votar pela Guatemala, que tem o apoio dos EUA, mas também não deu seu apoio à Venezuela, país opositor ferrenho de Washington.
Nenhum dos dois países conseguiu até agora a maioria necessária para obter a vaga. E nenhum dos dois países retirou a sua candidatura.
"É o momento de a América Latina mostrar maturidade, generosidade e capacidade de entendimento. Agora estamos como nos debatendo contra a parede, o que é bastante insensato", comentou Foxley.
A votação se transformou em uma briga de influência entre EUA e Venezuela, que sob governo do presidente Hugo Chávez, tem tentando formar uma aliança na Ásia, África e no Oriente Médio para desafiar os interesses dos EUA.
Na América Latina, os países se dividiram pela vaga rotativa no conselho. Bolívia, Paraguai, Argentina, Brasil e Uruguai apóiam a Venezuela. México e Colombia junto com grande parte das nações centro-americanas optaram pela Guatemala.