“Nossos dados seguem sendo bastante bons ao serem comparados com todos os números internacionais”, explicou Vega em declarações a uma rádio local.
“Estamos saindo da primeira onda invernal e estamos com uma clara diminuição de casos na região metropolitana (Santiago) e na zona sul”, afirmou a subscretária.
Segundo ela, na zona norte o vírus está “em um período de estagnação”, mas esperam que nas próximas semanas o número de casos comece a cair.
Ao comparar a situação com outros países, Vega disse que no Chile, há 10.926 casos e 40 mortos, o que representa uma taxa de 0,4% de mortalidade, enquanto os Estados Unidos têm 40 mil ocorrências e 263 mortes, média de 0,7%.
A subsecretária disse que no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a taxa de mortalidade média é de 0,5%, ou seja, que o Chile segue “tendo uma taxa mais baixa, praticamente, que todos os países”.
Jeanette Vega advertiu também que já se sabe que não haverá uma vacina disponível contra a gripe para o hemisfério norte na próxima temporada de outono-inverno e indicou que o vírus se expandiu no mundo a uma velocidade duas vezes maior que em outras pandemias. EFE