Dezesseis sauditas que estavam detidos na base naval americana de Guantánamo, website like this em Cuba, side effects chegaram hoje a Riad a bordo de um avião especial saudita, order informou a agência nacional de notícias SPA.
O ministro do Interior, príncipe Naif bin Abdul Aziz, disse que as autoridades de seu país “aplicarão as leis” a essas pessoas, um sinal de que serão submetidas a interrogatórios para decidir se serão postas em liberdade ou não.
O Ministério do Interior distribuiu uma lista com os nomes dos repatriados, e um porta-voz desse departamento precisou que os familiares foram avisados e que as autoridades adotarão as medidas necessárias para facilitar sua reunião.
Segundo o porta-voz, com o retorno dessas 16 pessoas sobe para 77 o número de sauditas detidos em Guantánamo que foram repatriados. Além disso, reafirmou que seu país continuará os esforços para conseguir a repatriação dos 53 cidadãos sauditas que ainda permanecem neste centro de detenção americano.
As autoridades sauditas tinham assegurado que 70% dos que estavam detidos em Guantánamo foram postos em liberdade após comprovar que não têm relação com grupos ou ações terroristas.
A repatriação das 16 pessoas acontece depois da visita de uma delegação saudita a Guantánamo, em junho, após a morte, aparentemente por suicídio, de um prisioneiro saudita nesse centro de detenção, em 31 de maio.
A Arábia Saudita aplica um programa chamado “Munasaha” (aconselhar), cujo objetivo é explicar as doutrinas do Islã aos detidos no reino por extremismo religioso, a fim de diminuir o apoio às células pertencentes à Al Qaeda no país.
O reino wahhabista é um dos principais aliados árabes dos EUA e colabora com Washington na luta contra o terrorismo desde os atentados de 11 de Setembro, quando 15 dos 19 autores eram sauditas. Iêmen é outro país árabe que ainda tenta repatriar os mais de 100 de seus cidadãos que seguem em Guantánamo, alguns deles detidos há mais de cinco anos.