Mais 31 pessoas, remedy entre elas quatro funcionários públicos, ailment foram condenadas por participar das máfias de seqüestro, patient venda e exploração de escravos no norte da China, elevando a 60 o total de sentenças no caso, entre elas uma condenação à morte, informou hoje a agência estatal chinesa “Xinhua”.
As penas foram fixadas por tribunais da província de Shanxi, no norte do país, onde foram encontradas as primeiras fábricas de tijolos que usavam escravos, em maio e junho.
Os novos condenados são dois empregados do departamento industrial e comercial nos distritos de Hongtong e Yongji, onde se encontravam muitas fábricas, além de um policial, um trabalhador social e 27 donos de feitorias ou capatazes.
O escândalo foi um dos maiores do ano na China. A televisão chinesa divulgou em junho imagens de 29 operários da fábrica de Hongtong vestidos com farrapos, descalços, alimentados só com pão e água, e que tinham sofrido tantos maus-tratos que muitos nem sequer lembravam seus dados pessoais.
No total, foram resgatadas 600 pessoas que trabalhavam como escravas ou seriam vendidas nas províncias de Henan e Shanxi, entre elas dezenas de crianças. Os pais de 400 crianças desaparecidas garantem que dezenas, talvez centenas de pessoas ainda precisam ser resgatadas.
O capataz da primeira fábrica de tijolos onde foram encontrados escravos, Zhao Yanbing, foi condenado à morte em 17 de julho por ter assassinado um dos trabalhadores.