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Mundo

Chegam a 277 os mortos pela passagem de <i>Ketsana</i> nas Filipinas

Arquivo Geral

01/10/2009 0h00

Pelo menos 277 pessoas perderam a vida, outras 42 continuam desaparecidas e 2,5 milhões estão desabrigadas após a devastadora passagem do tufão “Ketsana” pelo norte das Filipinas, segundo a última apuração de vítimas divulgada hoje.

O Conselho Nacional de Coordenação de Desastres elevou em 31 os mortos e em quase 300 mil os desabrigados pelo temporal em Manila e 25 províncias divisórias, onde 375 mil pessoas estão em centros de refugiados.

Os prejuízos econômicos por danos a infraestruturas e plantações ascendem já a quase 4,8 bilhões de pesos (70 milhões de euros).

Em apenas doze horas, o temporal despejou uma quantidade de chuva muito superior à média mensal nesta época do ano, batendo o recorde anterior de 1967, e inundou 80% da capital.

Como se não bastasse a tragédia, o extremo norte de Luzon agora precisa prepara-se para um novo temporal, “Parma”, que poderia chegar nas próximas horas à ilha se não se desvia para Taiwan.

A tempestade está cerca de 600 quilômetros ao oeste das Filipinas e avança rumo ao arquipélago a uma velocidade de 24 km/h.

Seus ventos de 150 km/h e sequências de até 180 km/h podem transformá-lo em um “super tufão” quando toque terra no sábado no norte de Luzon ou nas ilhas Batanes, que separam às Filipinas de Taiwan, segundo Mario Palafox, meteorologista de Pagasa.

As autoridades pediram extremar a precaução aos habitantes das zonas litorâneas ameaçadas por temor a enchentes e deslizamentos de terras.

Filipinas sofrem a cada ano entre 15 e 20 tufões durante a estação chuvosa, que costuma durar de junho a dezembro.

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