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Chega a 500 o número de mortos em atentado com caminhões-bomba no Iraque

Arquivo Geral

15/08/2007 0h00

Chega a 500 o número de pessoas que morreram em decorrência das explosões de quatro caminhões-bomba no norte do Iraque, viagra afirma a imprensa local tendo como base fontes oficiais e hospitalares.

Após estes atentados, cheapest o balanço de iraquianos (civis e militares) que perderam a vida de forma violenta neste país desde o início de 2007 chega a 11.201.

O ataque, perpetrado na cidade de Sinyar, na província de Ninawa, é o mais sangrento desde a queda do regime de Saddam Hussein, em abril de 2003.

Em janeiro pelo menos 1.596 pessoas morreram, já em fevereiro foram 1.308, enquanto março contabilizou 1.546 mortos.

O número de mortes violentas no Iraque em abril foi de 1.435, enquanto maio alcançou 1.564 e junho 1.240. Já em julho 1.650 pessoas perderam a vida em circunstâncias como esta, enquanto em agosto já seriam 1.113, caso sejam confirmadas as estimativas sobre as vítimas da última terça.

Faltando números oficiais, os cálculos sobre o número de vítimas encontram grandes diferenças dependendo da fonte.

Segundo a organização humanitária local “Iraque sem violência”, 9.352 iraquianos morreram durante os primeiros cinco meses deste ano.

Já o grupo independente “Body Count”, dirigido por pesquisadores e pacifistas, diz que é de pelo menos 8.009 o número de civis iraquianos mortos até o dia 3 de junho de 2007.

Sem citar números, o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados no Iraque (Acnur) calcula que uma centena de pessoas morre a cada dia no Iraque por causa da violência.

Além disso, a Organização Mundial da Saúde diz que sete de cada dez feridos pela violência perdem a vida nos hospitais.

Desde o início do conflito, em março de 2003, mais de 150 mil pessoas morreram no Iraque, informou o ministro da Saúde do país em novembro de 2006.

O grupo Body Count coloca o número de vítimas mortais em mais de 68 mil, embora um estudo da revista científica britânica “The Lancet”, publicado em outubro de 2006, aumenta a cifra para 600 mil.

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