O número de mortes pela epidemia da gripe suína no México subiu entre hoje e terça-feira de 29 para 42 e os infectados passaram de 913 para 1.070, cure no mesmo dia em que o país retoma suas atividades, viagra 40mg informaram as autoridades locais.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.
O secretário (ministro) de Saúde, José Ángel Córdova, informou que as três últimas mortes foram registradas na terça-feira, na segunda e no domingo, embora a primeira delas corresponda a um paciente que estava há vários dias hospitalizado no estado de Chiapas, no sul do país.
Córdova tinha dito antes que duas mortes tinham acontecido na terça-feira, mas depois retificou a informação.
O ministro disse que a maioria das mortes aconteceu antes de 29 de abril, por isso que as autoridades consideram que a epidemia tende a recuar, assim como a presença de casos graves.
Segundo o último relatório de Córdova, até o momento foram examinadas 3.452 mostras, das quais 3.079 foram úteis. Os exames permitiram comprovar 1.112 casos, incluindo as mortes.
O ponto máximo da mortalidade da gripe recentemente foi nos dias 25 e 26, quando houve sete mortes.
Do total das 42 vítimas, 25 tinham entre 20 e 39 anos, 24 eram mulheres e 18 homens.
Dos pacientes, 68% moravam no Distrito Federal, 12% no Estado do México, que ocupa parte da zona metropolitana da capital, 7% em San Luis Potosí, 5% em Tlaxcala, 3% em Oaxaca, 3% em Chiapas e 2,9% em Hidalgo.
Córdova esclareceu que dos 37 casos de morte que até ontem precisavam ser analisados, foram examinadas na terça-feira 29 mostras e, delas, 12 deram positivas e 17 negativas.
“Por isso, hoje o número subiu, porque há testes que foram processados ontem”, disse o ministro ao mostrar o gráfico com os dias em que houve as mortes, que demonstra que “a tendência é a diminuição nos últimos dias”.
O ministro manteve seu otimismo sobre a redução do ritmo de aparição de casos e de mortos, embora tenha admitido que com o reatamento das atividades no país, é previsível que apareçam pequenos focos.
“Falar de controle significa passar 15 dias sem que haja um caso novo”, algo que ainda está longe, admitiu.
O funcionário se disse partidário de “seguir reforçando as medidas” preventivas e reiterou a necessidade de que “o isolamento voluntário” de doentes dure sete dias.
Córdova ofereceu pela primeira vez detalhes sobre a forma como acontecem as mortes.
“Acontece uma falha orgânica múltipla”, que começa como uma pneumonia, “mas muitos deles têm depois números subjetivos de uma hepatite reativa ou elevações de enzimas do coração ou do pâncreas, há uma reação de todo o corpo”, explicou.