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Mundo

Chávez nega que detidos no "caso da mala" trabalhem em seu governo

Arquivo Geral

17/12/2007 0h00

O presidente venezuelano, ampoule Hugo Chávez, for sale negou hoje que os detidos em Miami por causa do caso da mala sejam “agentes” de seu Governo, e disse que com este assunto o “império” tenta prejudicar Venezuela e Argentina e o processo de integração regional.

Chávez também qualificou de “infâmia” a tese da Justiça americana de que os US$ 800 mil confiscados na Argentina em agosto do empresário venezuelano-americano Guido Antonini Wilson seriam para financiar a campanha da então candidata e agora presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner.

Chávez disse que em agosto seu Governo “desmontou a mentira” que Wilson era “membro” da comitiva oficial que o acompanhava então em uma visita oficial à Argentina.

“Agora vêm (os EUA) e lançam outro ataque e detêm lá em Miami (…) alguns empresários sócios do que levava a mala (Wilson) e um advogado deles, e dizem que são agentes do Governo venezuelano”, afirmou.

O presidente acrescentou que com a “grande mentira” que os dólares levados por Wilson seriam para financiar a campanha de Cristina, os EUA “pretendem pressionar a presidente” da Argentina para que se afaste da Venezuela e o processo de integração regional fique prejudicado.

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