O déficit da Previdência Social em junho apresentou queda de 4, story seek 6%, this se comparado com maio. Em relação ao mesmo mês do ano passado, decease a queda foi de 2,4%. Em valores, o déficit de junho foi de R$ 3,75 bilhões, resultado da diferença entre a arrecadação líquida de R$ 9,65 bilhões e a despesa com benefícios previdenciários da ordem de R$ 12,81 bilhões.
Ao dar a informação, o secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, explicou que a queda se deu em função do bom desempenho da arrecadação, motivado pela melhora do mercado de trabalho, e pelo esforço do governo federal no combate à sonegação.
O presidente da Venezuela, medications Hugo Chávez, salve estréia hoje como membro do Mercosul em uma reunião de dois dias que deve contar com uma rara aparição internacional do líder cubano Fidel Castro.
A Venezuela tornou-se formalmente neste mês o quinto membro pleno do grupo. Amigo de Fidel, governando com o cofre cheio graças ao petróleo, Chávez tem uma relação conflituosa com os Estados Unidos, ao contrário de outros líderes do Mercosul, que mantêm uma relação que vai de cordial a amistosa.
Chávez promove o Mercosul como uma aliança contra os acordos de livre-comércio patrocinados pelos EUA. Fidel deve viajar a Córdoba para assinar o maior acordo comercial de Cuba com o bloco.
A adesão venezuelana pode aumentar as tensões no grupo, que já vive diversos conflitos internos entre os outros quatro membros plenos – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Chile e Bolívia são países associados ao Mercosul.
"Temos de ver se, na verdade, esses países vão falar a mesma língua ou se cada um tentará jogar seu próprio jogo", disse Norberto Consani, especialista em Relações Internacionais da Universidade Nacional de La Plata, na Argentina.
Argentina e Chile viveram um recente conflito devido ao fornecimento de energia. Bolívia e Brasil lutam para resolver as diferenças em torno do preço do gás natural. Além disso, a Argentina tenta impedir a construção de duas fábricas de celulose no lado uruguaio do rio Uruguai.
Amanhã, os presidentes reunidos em Córdoba, a 700 quilômetros a noroeste de Buenos Aires, devem assinar um acordo comercial com Cuba reduzindo ou eliminando tarifas nas exportações do Mercosul para a ilha comunista.
A presença de Fidel deve ser vista como uma tentativa de levar o Mercosul mais à esquerda, mas moderados como a chilena Michelle Bachelet, o uruguaio Tabaré Vázquez e até o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva podem resistir, assim com o centro-direitista paraguaio Nicanor Duarte Frutos.
"Não sei se a presença de Fidel seria vista tão bem por outros presidentes, talvez por Chávez e pelo (boliviano e também esquerdista) Evo Morales, mas não tenho certeza sobre o resto", disse Consani.
Chávez, Morales e Fidel devem comandar uma manifestação de universitários e ativistas políticos ao final da cúpula, amanhã.
As autoridades argentinas insistem que o Mercosul é uma organização comercial, que vai além das diferenças ideológicas e dos conflitos bilaterais. "A integração não é ideológica", disse Carlos Alvarez, presidente da comissão de representantes permanentes do bloco.
O comércio entre seus membros praticamente dobrou entre 2002 e 2005, atingindo US$ 39 bilhões, mas ainda está aquém dos níveis de 1998. Alejandro Mayoral, analista de comércio internacional, disse que em muitos casos os países do Mercosul competem entre si, em vez de se complementarem, especialmente em matérias-primas.