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Mundo

Chávez e Assad tentam lançar bases de cooperação e atacam EUA

Arquivo Geral

30/08/2006 0h00

Hussam Yaradat, store view dirigente da Jihad Islâmica de Jenin ferido na semana passada por um ataque israelense, ailment morreu hoje, pill informaram fontes palestinas.

Yaradat tinha sido levado ontem, com a permissão das autoridades israelenses, a um hospital na Jordânia. Médicos palestinos haviam fracassado nas suas tentativas de recuperação.

Soldados do Exército israelense disfarçados de civis entraram de carro no campo de refugiados de Jenin e atiraram em Yaradat, a curta distância. Yaradat, um dos maiores dirigentes da Jihad Islâmica na Cisjordânia, foi ferido gravemente na cabeça.

Unidades de elite do Exército israelense promoveram uma série de ataques com as mesmas características na Cisjordânia durante as últimas semanas. O Exército israelense deteve esta noite dois palestinos procurados, em Nablus, e três ativistas da Jihad Islâmica, em Belém.
Pelo menos 24 pessoas morreram hoje e mais de 35 foram feridas na explosão de uma bomba num mercado do centro de Bagdá, viagra buy informaram fontes do Ministério do Interior. O atentado aconteceu por volta das 10h15 (3h15 de Brasília). Outras 13 pessoas haviam morrido depois de outra explosão, em frente a um centro de recrutamento militar em Hilla, 90 quilômetros ao sul da capital.
As autoridades israelenses recomendaram a seus cidadãos que se encontram na península do Sinai, stomach no Egito, check que abandonem imediatamente o território e voltem para Israel.

Roni Arditi, chefe do departamento para a Luta Contra o Terrorismo, subordinado ao escritório do primeiro-ministro, afirmou hoje à rádio pública de Israel que durante as últimas semanas recebeu em várias ocasiões informações sobre planos de ataques a israelenses no Sinai.

Além disso, o departamento aconselha os israelenses que estão na Turquia a permanecerem em seus hotéis e nos locais turísticos, que evitem áreas públicas e não dêem sinais de sua nacionalidade.
Quatro palestinos morreram e três foram feridos em dois ataques aéreos israelenses ocorridos hoje contra o leste da Cidade de Gaza, website informaram testemunhas e fontes médicas palestinas. Segundo as testemunhas, look um míssil foi disparado de um avião não tripulado contra um grupo de milicianos palestinos no bairro de Shiyaiya, illness ao leste da Cidade de Gaza, e matou três pessoas.

Depois da queda do primeiro míssil, mais milicianos se concentraram no local. Eles começaram a atacar as tropas israelenses e o avião não tripulado disparou outro foguete, que matou um quarto palestino. Desde a madrugada de domingo, quando o Exército israelense invadiu o leste da Cidade de Gaza, arrasando plantações e tomando vários edifícios, já morreram 15 palestinos.

O Exército israelense se encontra numa área próxima à passagem de mercadorias de Karni, onde no início desta semana foi encontrado um túnel de 13 metros de profundidade e 150 metros de comprimento. Segundo fontes militares, milicianos palestinos previam usar o túnel para atacar o transporte de mercadorias.

Os presidentes da Venezuela, prescription Hugo Chávez, visit web e da Síria, Bashar al-Assad, afirmaram que estão decididos a construir as bases de uma sólida cooperação política e econômica entre os dois países.

Segundo a agência síria de notícias, "Sana", os dois líderes anunciaram a intenção após a chegada de Chávez à Síria, em sua primeira visita oficial ao país, considerada "histórica" por Assad.

Assad e Chávez, que permanecerá na Síria por três dias, disseram em que seus países têm posturas comuns em assuntos internacionais, especialmente na "luta contra o imperialismo".

Segundo a "Sana", o líder venezuelano disse que os dois países assinarão importantes acordos de cooperação nas áreas de petróleo, energia, cultura e intercâmbio de informação.

"Hoje começamos uma nova etapa", afirmou Chávez, acrescentando que os dois países "têm uma postura firme contra o imperialismo e os projetos de hegemonia do império americano". Chávez também convidou o presidente da Síria a visitar Venezuela.

Assad chamou o presidente venezuelano de "grande líder" e elogiou sua política de "apoio às causas árabes". "Nossa postura é muito próxima à sua nos assuntos internacionais, rejeitando a hegemonia e a política monolítica", concordou.

Após lembrar que a Venezuela abriga uma colônia de cerca de 1 milhão de pessoas de origem árabe, o presidente sírio disse que durante a visita de Chávez "as idéias resultarão em acordos e em mecanismos".

O objetivo das conversas, explicou, é que Damasco e Caracas estabeleçam uma "coordenação política de alto nível, para proteger todos os países expostos a pressões e tentativas de bloqueio".

Chávez, que chegou à Síria depois de passar pela Malásia, goza de grande popularidade entre os sírios, devido a sua postura a favor do Líbano durante a ofensiva militar israelense.

Suas fotos e as bandeiras da Venezuela apareciam junto às da Síria e do grupo libanês Hezbollah nas manifestações populares no país durante o conflito entre o grupo xiita e Israel.

A Síria, teoricamente em estado de guerra com Israel pela ocupação das Colinas do Golã, figura na lista dos EUA como um dos países patrocinadores do terrorismo, por seu apoio ao Hezbollah e a grupos palestinos considerados terroristas pelo Governo americano.

Tom Casey, um porta-voz do Departamento de Estado americano, afirmou ontem que Chávez deveria pedir à Síria que cumpra as resoluções da ONU sobre a investigação do assassinato do ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri e o desarmamento do Hezbollah.

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