Em um pronunciamento transmitido em rede nacional de televisão, Chávez também desprezou o prognóstico do veículo, chamado por ele de “revista do império”, de que 2010 poderia ser “o último ano na Terra” do líder cubano Fidel Castro.
Para o presidente venezuelano, a revista se baseia “em seu ódio e nos desejos do imperialismo que eles representam” para fazer essas previsões.
Em abril de 2002, Chávez passou por um golpe de Estado que o deixou fora do poder por quase 48 horas. Hoje, reiterou aos seus adversários que “se algo parecido lhes ocorrer, o contra-ataque” de sua “revolução” bolivariana e socialista “vai ser duro, legalmente implacável”.
O chefe de Estado venezuelano também disse que a morte de Fidel Castro é anunciada “há não sei quantos anos” e afirmou que, após seus encontros com o ex-líder cubano este ano, pode garantir que ainda lhe restam muitos anos de vida.