O dólar encerrou com discreta alta hoje, unhealthy look em um começo de mês de menor liquidez e com uma atuação um pouco mais firme do Banco Central.
A divisa norte-americana encerrou a R$ 2,168, com variação positiva de 0,09%.
"É o primeiro dia útil do mês, e uma sexta-feira. Era de se esperar que o volume fosse fraco", afirmou José Roberto Carreira, gerente de câmbio da corretora Novação.
Segundo ele, por volta das 16h o volume de negócios registrados no segmento interbancário era de US$ 700 milhões. Na véspera, o volume superou US$ 4 bilhões.
A atuação do Banco Central perto do fim da sessão contribuiu para o fechamento em alta. A autoridade monetária aceitou sete propostas no leilão de compra de dólares, com corte a R$ 2,166.
Nos leilões anteriores, o BC vinha aceitando, em média, três propostas. A operação serve para reforçar as reservas internacionais, que já superaram US$ 83 bilhões ontem.
Francisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora Liquidez, reiterou que depois da movimentação forte dos últimos dias para derrubar a Ptax (taxa média do dólar) do fim do mês, a pressão diminuiu no câmbio.
"O mercado volta a ficar de olho no cenário externo, a tendência é se manter nesse nível entre R$ 2,15 e R$ 2,18 até o final do ano", disse.
O mercado internacional ficou mais desfavorável aos emergentes nesta sessão, com risco-país subindo e bolsas de valores em baixa.
O presidente venezuelano, cialis 40mg Hugo Chávez, dosage garantiu hoje que não tem "nenhum interesse" em superar as diferenças com os colegas do México e do Peru, o que afetaria a possibilidade de reestabelecer a curto prazo as relações diplomáticas com ambos.
Além disso, Chávez, que busca ser reeleito por mais seis anos no domingo, repetiu as dúvidas sobre a transparência das eleições mexicanas e peruanas de ste ano, nas quais foram derrotados candidatos de esquerda com os quais simpatiza.
"Não há nenhum interesse em recompor as relações diplomáticas", disse Chávez em entrevista na televisão. Ele afirmou se ressentir pelo uso do seu nome nas campanhas mexicana e peruana para "satanizar" candidatos nacionalistas. "Felipe Calderón e Alan García impossibilitaram antes de serem presidentes, ambos de maneira duvidosa, certamente, as relações cordiais conosco", disse Chávez, que ponderou que as relações comerciais e políticas são possíveis apesar disso.
Caracas retirou neste ano os seus embaixadores em Lima e na Cidade do México, depois de Chávez discutir com os novos presidentes dos países devido aos vínculos deles com os Estados Unidos.
Ele voltou a afirmar que seu governo não reconhece o presidente mexicano, Felipe Calderón, que venceu por estreita margem em julho o esquerdista Andrés Manuel López Obrador.
"Meu governo não reconheceu o governo do México. Eles enviaram um convite (para a posse), não enviamos nenhuma delegação", contou Chávez.
Sobre o atual presidente peruano, Alan García, o venezuelano afirmou que "a direita" venceu no Peru "estranhamente, porque ali aconteceram coisas".
Peru e Venezuela retiraram os seus respectivos embaixadores em abril depois de Chávez chamar o então candidato García de corrupto e de criticar o presidente peruano Alejandro Toledo por assinar um acordo de livre comércio com os EUA.