“Eu também ia, às vezes, confesso. Eu, pecador, confesso… É que um levava o grupo e como (ia se negar). Minha mãe tinha um velho jipe que (…) passava cheio de subtenentes e esse (os prostíbulos) era um de nossos destinos”, admitiu.
O chefe de Estado fez referência ao assunto ao comparar o estudo e a prática de esportes que são estimulados atualmente nas fileiras militares venezuelanas, o que afirmou ser proibido no passado e era considerado quase como “uma traição à pátria”.
Chávez revelou, em um ato de graduação de oficiais venezuelanos e de militares de Argentina, Bolívia e Brasil, que uma vez ele e os colegas foram surpreendidos em “uma dessas casas pelo capitão” do batalhão ao qual pertenciam e que, longe de repreendê-los, ele os felicitou.
“Fomos condenados à incultura, companheiros”, prosseguiu Chávez, que disse que em uma ocasião negaram a ele a permissão que solicitou para estudar e que, em outra, ambas como subtenente, foi detido por questionar o capitão que lhe negou outra permissão para jogar beisebol.