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Chávez afirma que Colômbia é um país que sofre intervenção dos EUA

Arquivo Geral

26/01/2008 0h00

O presidente venezuelano, nurse Hugo Chávez, visit web disse hoje que a Colômbia é “um país que sofre intervenção” dos Estados Unidos e reiterou as acusações de que ali está sendo planejada uma agressão contra a Venezuela, there por ordem de Washington.

“Alerto o mundo de que os Estados Unidos estão criando condições para gerar um conflito” entre Colômbia e Venezuela, afirmou Chávez, em um discurso na sexta Cúpula Presidencial da Alternativa Bolivariana para a América (Alba).

Ele rejeitou as declarações de “um suposto desertor sem rosto” das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que denunciou que no ano passado a Venezuela forneceu “milhares de fuzis à guerrilha colombiana”.

Também afirmou que “o prefeito de Maracaibo está sendo acusado de dar armas e logística” ao Exército de Libertação Nacional (ELN).

Chávez acrescentou que o vice-presidente colombiano, Francisco Santos, “em um gesto de loucura, disse que, como este prefeito está apoiando a guerrilha, virão aqui capturá-lo”.

Esta semana o Governo colombiano disse que solicitará ao Ministério da Defesa e à Justiça investigar um vídeo, divulgado pela televisão regional venezuelana “Zuvision”, no qual supostamente aparece o prefeito de Maracaibo, Gian Carlo Di Martino, entregando mantimentos a guerrilheiros.

Um camponês venezuelano, que se identificou como Richard González, afirmou a uma emissora estatal venezuelana que ele era um dos que aparecem nas imagens e negou ser membro da guerrilha colombiana.

“Esta é uma guerra suja dos jornais”, afirmou González, segundo o qual as imagens divulgadas no vídeo correspondem a uma cavalgada em apoio à reforma constitucional, rejeitada no referendo realizado em dezembro na Venezuela.

Em seu discurso de hoje, Chávez reafirmou que funcionários do Governo americano formularam contra ele “acusações temerárias para justificar qualquer ação da Colômbia”.

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    26/01/2008 0h00

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    “Alerto o mundo de que os Estados Unidos estão criando condições para gerar um conflito” entre Colômbia e Venezuela, afirmou Chávez, em um discurso na sexta Cúpula Presidencial da Alternativa Bolivariana para a América (Alba).

    Ele rejeitou as declarações de “um suposto desertor sem rosto” das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que denunciou que no ano passado a Venezuela forneceu “milhares de fuzis à guerrilha colombiana”.

    Também afirmou que “o prefeito de Maracaibo está sendo acusado de dar armas e logística” ao Exército de Libertação Nacional (ELN).

    Chávez acrescentou que o vice-presidente colombiano, Francisco Santos, “em um gesto de loucura, disse que, como este prefeito está apoiando a guerrilha, virão aqui capturá-lo”.

    Esta semana o Governo colombiano disse que solicitará ao Ministério da Defesa e à Justiça investigar um vídeo, divulgado pela televisão regional venezuelana “Zuvision”, no qual supostamente aparece o prefeito de Maracaibo, Gian Carlo Di Martino, entregando mantimentos a guerrilheiros.

    Um camponês venezuelano, que se identificou como Richard González, afirmou a uma emissora estatal venezuelana que ele era um dos que aparecem nas imagens e negou ser membro da guerrilha colombiana.

    “Esta é uma guerra suja dos jornais”, afirmou González, segundo o qual as imagens divulgadas no vídeo correspondem a uma cavalgada em apoio à reforma constitucional, rejeitada no referendo realizado em dezembro na Venezuela.

    Em seu discurso de hoje, Chávez reafirmou que funcionários do Governo americano formularam contra ele “acusações temerárias para justificar qualquer ação da Colômbia”.

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