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Chanceler venezuelano defende gestões de Chávez perante Farc e ELN

Arquivo Geral

23/03/2008 0h00


O chanceler venezuelano, price Nicolás Maduro, cost afirmou que todas as negociações com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o Exército de Libertação Nacional (ELN) realizadas pelo presidente de seu país, side effects Hugo Chávez, foram autorizadas pela Colômbia.

“Todas as vezes que o presidente Chávez teve contato com a guerrilha foi por pedido, autorização e solicitação do Governo de Andrés Pastrana (1998-2002) e do Governo do presidente Álvaro Uribe, sempre de forma restrita”, declarou Maduro ao “El País”, de Cali, que o entrevistou em Washington.

O titular venezuelano das Relações Exteriores observou que o recente processo de libertação de reféns das Farc só ocorreu porque Chávez “foi chamado como mediador”.

Chávez exerceu esse papel durante três meses, até finais de novembro passado, quando Uribe cancelou sua atuação como mediador após o presidente venezuelano ter realizado um contato telefônico com comandantes militares colombianos.

“A idéia de que as Farc existem porque o Governo venezuelano as mantém, é equivocada (…) Nunca aparecerá uma prova de políticas de convivência nem de apoio a nenhuma das guerrilhas na Colômbia”, afirmou.

Neste contexto, Maduro sustentou que é preciso cessar a campanha contra Chávez para que seja possível a continuação de uma ajuda da Venezuela para o caso da Colômbia, com uma proposta “baseada no direito público humanitário internacional de regularização de conflitos armados que já foi útil em outros países e regiões”.

“Fazemos esta proposta aos colombianos, à imprensa: que terminem com a campanha contra o presidente Chávez, contra o presidente (equatoriano, Rafael) Correa, para que nos ajudem a criar um clima de respeito que nos permita avançar nesta mensagem que recebemos da OEA”, afirmou.

A afirmação de Maduro faz referência à recente reunião de ministros de Exteriores da América convocada pela Organização dos Estados Americanos (OEA) para estudar a crise diplomática iniciada após a incursão militar colombiana no dia 1º de março em território equatoriano.


 

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