Entre as atividades, o preso participava de uma experiência conhecida como LHCb, dedicada à pesquisa das diferenças entre a matéria e a antimatéria.
Segundo o CERN, o suspeito de terrorismo não integrava o quadro de funcionários do centro, mas desde 2003 participava de atividades por meio de um convênio com uma instituição do exterior.
Além disso, assegurou que o físico “nunca esteve em contato com nenhum elemento que pudesse ser utilizado como de fins terroristas”.
“É um laboratório de pesquisa de física de partículas, cujo trabalho gera perguntas fundamentais sobre o universo e que, em nenhum dos casos, suas indagações científicas têm aplicação militar”, esclareceu CERN.
Prova disso são as publicações dos trabalhos do cientista.
A direção do CERN acrescentou que está fornecendo informações à Polícia francesa.
O físico de nacionalidade francesa e origem norte-africana foi detido na quinta-feira com seu irmão na França acusado de manter vínculos com organizações terroristas.