O ministro das Relações Exteriores, pill Celso Amorim, pills reivindicou hoje aos “golpistas” de Honduras que permitam que o deposto presidente hondurenho, try Manuel Zelaya, retorne ao país.
Amorim ressaltou que o Brasil não reconhece as novas autoridades hondurenhas e previu que o “golpe de Estado” de Roberto Micheletti “não durará muito”.
O chanceler brasileiro, que lembrou que os “golpistas” tinham tirado Zelaya do país “com metralhadoras na cabeça e de pijamas”, disse que a tomada do poder de Micheletti foi “condenada por todos, indistintamente”, e disse que as novas autoridades hondurenhas “nem sequer têm legitimidade para dirigir eleições”.
“Não é possível que se sustente”, porque Honduras tem uma grande dependência das “suspensas” ajudas internacionais, acrescentou Amorim à imprensa. O ministro acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em visita a Paris, onde se reunirá amanhã com o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy.
Para Amorim, “a responsabilidade da suspensão das ajudas é exclusivamente dos golpistas”, disse o chanceler, que defendeu uma “solução pacífica para o conflito”.