Em sua coletiva de imprensa diária, o porta-voz Robert Gibbs afirmou que não há planos para retirar o embaixador “no momento, porque é importante ter um representante no território para buscar uma solução” para a crise.
Funcionários do Departamento de Estado conversaram com o presidente hondurenho após o golpe militar sofrido no domingo passado, como disse Gibbs.
O presidente dos EUA, Barack Obama, assegurou na segunda-feira que Zelaya continua sendo o líder “legítimo” de Honduras e assegurou que seria “terrível” se o golpe militar tivesse sucesso.
Gibbs ressaltou hoje que os EUA não contemplam nenhuma outra solução para a crise que não seja o retorno ao poder do presidente deposto.
Segundo indicou hoje o porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly, o Governo dos EUA continua sua revisão para determinar se suspende a ajuda a Honduras após o golpe de Estado.
“A ordem constitucional em Honduras foi revogada. Mas há um processo legal que devemos acompanhar” para decidir se a ajuda é suspensa, explicou Kelly.