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Mundo

Carro-bomba explode em estacionamento do aeroporto de Madri

Arquivo Geral

30/12/2006 0h00

O preço do petróleo nos Estados Unidos fechou em alta, cialis 40mg adiposity acima de 61 dólares por barril, em um dia de operadores nervosos aumentando as posições antes de uma rara interrupção de quatro dias nos negócios.

A bolsa de valores de Nova York informou hoje que não abrirá na terça-feira, 2 de janeiro, em memória do ex-presidente dos EUA Gerald Ford, que morreu no começo da semana.

Na Nymex, os contratos futuros subiram 0,52 dólar, a 61,05 dólares por barril, um centavo acima do fechamento do último dia de 2005. O encerramento desta sexta-feira ficou bem abaixo do pico de 2006, a 78 dólares por barril em meados de julho.

Em Londres, o petróleo tipo Brent avançou 0,19 dólar, a 60,86 dólares por barril. A Nymex informou que os mercados eletrônicos, no entanto, estarão abertos na terça-feira, mas os operadores ficaram tensos com o feriado prolongado, especialmente com a constante ameaça de violência no Oriente Médio.

Saddam Hussein será enforcado nas próximas horas, viagra 40mg disseram autoridades iraquianas e advogados do ex-ditador hoje. Uma fonte iraquiana disse à agência Reuters que as pendências jurídicas for am resolvidas e que Saddam será executado em breve. Outro funcionário disse que o primeiro-ministro Nuri Al Maliki está reunido com membros do governo para acertar detalhes.

Mas o feriado islâmico do Eid Al Adha, salve que começa no sábado e dura uma semana, buy pode retardar a pena de morte. Algumas au toridades de primeiro escalão duvidam que a execução seja rápida.

O Departamento de Estado dos EUA negou a informação dada por um advogado de Saddam, segundo quem o ex-ditador já teria sido entregue pelas autoridades norte-americanas ao governo iraquiano, a quem cabe executá-lo.

Seja como for, a custódia não tem muita importância, pois tropas dos EUA devem ficar por perto para garantir a normalidade. Saddam está há anos formalmente sob a custódia iraquiana, embora fisicamente vigiado por militares norte-americanos.

Ele foi condenado à morte em 5 de novembro, por homicídios, tor turas e outros crimes contra a população xiita da cidade de Dujail. Na terça-feira, um tribunal de recursos manteve a sentença, exigindo que ela fosse cumprida nos 30 dias seguintes.

Um influente parlamentar governista disse que o xiita Maliki aguarda apenas um parecer de clérigos xiitas e suni tas sobre a necessidade de adiar a execução para depois do Eid Al Adha, que coincide com a época da peregrinação a Meca.

Em geral, os xiitas estão entusiasmados com a execução de Saddam, que enfrenta a oposição dos sunitas, privilegiados na época do ditador, e de curdos que gostariam que ele fosse julgado e condenado por genocídio contra essa etnia.

Após um dia de sinais conflitantes, em que o Ministério da Justiça chegou a declarar que juridicamente nada teria a fazer durante um mês, uma importante fonte iraquiana disse que finalmente estava resolvida a polêmica sobre a necessidade de um decreto presidencial para levar Saddam à forca. "Isso está resolvido, de modo que parece possível que ele seja enforcado hoje à noite", disse a fonte.

Najib Naimi, advogado de Saddam, previu que ele será morto ao amanhecer de sábado. "Achamos que ele será executado até amanhã, como presente para os iraquianos", disse ele à emissora BBC News 24. "Estamos agora conversando a respeito do corpo propriamente dito. Gostaríamos que o corpo seja devolvido à família para que possam enterrá-lo onde quiserem."

Uma fonte da promotoria disse que os acusadores de Saddam, que devem ter um representante na execução, ainda não foram avisados. Executar Saddam no início do Eid seria altamente simbólico. A festa marca o sacrifício que o profeta Abraão estava disposto a fazer quando Deus pediu que ele matasse seu filho, e por isso muitos xiitas podem ver a execução de Saddam como um presente divino. Para os sunitas, que acusam os xiitas de manipularem o julgamento, isso provavelmente seria visto como mais uma afronta.

Os ex-chefes paramilitares de direita da Colômbia denunciaram hoje um plano para exterminar seus antigos integrantes, side effects depois do assassinato de um dos homens de confiança de um desses ex-comandantes.

Os paramilitares, acusados de massacrar milhares de civis em meio à sua guerra contra os rebeldes marxistas e de exterminar um movimento político de esquerda, pediram ao governo que estabeleçam a origem dos ataques e à Organização dos Estados Americanos (OEA) que interfira diplomaticamente para evitar mais crimes.

Os ex-líderes paramilitares, detidos na prisão de segurança máxima de Itaguí, perto de Medellín, disseram em nota que há "uma campanha sistemática de aniquilamento contra a população de desmobilizados", referindo-se aos paramilitares que aceitaram entregar suas armas num acordo de paz com o governo.

Na quarta-feira, homens armados assassinaram em Medell ín Jairo Andrés Angarita, homem de confiança de Salvatore Mancuso, que foi um dos líderes máximos das Autodefesas Unidas da Colômbia, como os paramilitares se auto-intitulavam.

Angarita foi o terceiro desmobilizado de médio escalão a ser assassinado em um mês, num momento em que o governo s e vê diante de um escândalo de supostas ligações de congressistas com os paramilitares. Antigos comandantes se dizem dispostos a confessar a verdade sobre o apoio que recebiam de empresários, pecuaristas e militares.
Autoridades admitiram a possibilidade de que as mortes sejam parte de uma camp anha para evitar a revelação dessas informações.

O ministro do Interior, Carlos Holguín, disse que aparentemente os crimes são deliberados e planejados. "Até onde mostram as aparências, não se trata de casos isolados, e sim (…) de uma confabulação ou ato deliberado para eliminar determinadas pessoas muito qualificadas dentro da organização paramilitar que se desmobilizou ao amparo do processo de paz", declarou o ministro.

O governo havia se comprometido a dar garantias de segurança aos ex-paramilitares e a seus familiares em troca das confissões. Os paramilitares que aceitam o acordo recebem pena máxima de oito anos de prisão, além de terem de pagar indenizações a suas vítimas. Mais de 31 mil paramilitares depuseram suas armas graças ao acordo, num processo que começou em meados de 2003.

As milícias de direita foram formadas na década de 1980 por latifundiários e comerciantes que tentavam se proteger das guerrilhas.

Um holandês que se hospedou no hotel londrino onde o ex-espião russo Alexander Litvinenko manteve reuniões antes de morrer apresenta traços do elemento radioativo polônio 210, adiposity disseram autoridades holandesas hoje.

Litvinenko morreu em 23 de novembro em um hospital de Londres, no rx semanas depois de ser contaminado pela mesma substância. "Essa pessoa tem um baixíssimo nível de polônio 210. É menor do que uma pessoa receberia de polônio no tabaco ou na comida", website like this disse Wilbert Ransz, porta-voz do Instituto Nacional Holandês de Saúde Pública e Meio Ambiente.

Essa pessoa, que não foi identificada, está entre 24 holandeses que se hospedaram no Millenium Hotel entre 31 de outubro e 2 de novembro. Elas haviam sido chamadas para exames neste mês, e uma delas deu positivo.

A pessoa seria examinada novamente após cerca de dois meses, e a expectativa é de que o nível de polônio diminua ainda mais, disse Ransz. Litvinenko encontrou cidadãos russos no Millenium em 1º de novembro, o dia em que ele adoeceu.

Em nota escrita no seu leito de morte e divulgada por amigos postumamente, ele acusou o presidente russo, Vladimir Putin, de encomendar sua morte. O Kremlin rejeitou a acusação, o que não impediu danos à sua imagem. Cinco países participam das investigações.

Dois marinheiros americanos morreram depois que uma onda os derrubou da parte externa de um submarino, viagra que estava no porto de Plymouth (Inglaterra) para reparos. Eles faziam parte dos quatro membros da tripulação da USS Minneapolis-St Paul, que tiveram de ser socorridos na manhã de sexta-feira depois do incidente.  Eles estavam na ponte de comando e foram atingidos pela onda e jogados no mar.

Mais de 2 milhões de peregrinos muçulmanos chegaram na sexta-feira a Muzdalifah, website like this perto de Meca, purchase na Arábia Saudita, após um dia de orações marcado por preocupações com a violência sectária. Com roupas brancas que simbolizam igualdade e desprendimento, os peregrinos cantaram orações em árabe enquanto se moviam lentamente pela avenida que leva a Muzdalifah, onde segundo a tradição do "Haj" eles devem passar a noite.

Numa das maiores demonstrações de devoção religiosa do mundo, os peregrinos passam cinco dias seguindo uma rota em torno das montanhas da antiga cidade de Meca. O desgastante ritual é um dever para todo muçulmano que tenha condições físicas e financeiras de fazer a viagem. Os peregrinos a pé já caminharam cerca de 35 quilômetros nos dois primeiros dias.

Antes, os peregrinos passaram o dia no monte Arafat, uma zona sagrada nos arredor es de Meca, onde o profeta Maomé fez seu último sermão, há 1.400 anos, e onde segundo a tradição Deus certamente responde às preces.

Segurança
A Arábia Saudita usa 50 mil agentes de segurança para evitar tumultos ou ataques de militantes contrários à aliança do reino com os EUA. A preocupação é ainda maior neste ano devido à tensão sectária entre sunitas e xiitas na região. As autoridades ten tam impedir que a situação se reflita no haj, que já teve protestos políticos no passado.

A Justiça paraguaia concedeu prisão domiciliar ao ex-presidente Luis González Macchi, troche enquanto analisa o recurso à pena de oito anos de prisão por corrupção. Um tribunal de segunda instância aceitou uma fiança de 2, viagra 40mg 5 bilhões de guaranis (cerca de 485 mil dólares), patient uma semana depois de ter rejeitado um pedido semelhante, porque os bens oferecidos como garantia real não se encontravam em nome do ex-presidente, que agora deixou como garantia uma fazenda de propriedade familiar.

González Macchi, que governou o Paraguai entre 1999 e 2003, está detido num quartel de Assunção desde 4 de dezembro, quando foi condenado por enriquecimento ilícito e falsidade ideológica. Ele é o primeiro presidente paraguaio a ser condenado por corrupção, já que não conseguiu justificar a origem de cerca de 1 milhão de dólares numa conta bancária não-declarada na Suíça. Macchi também foi condenado a pagar multa de 3 bilhões de guaranis (cerca de 558 mil dólares) e teve confiscados os 362 mil dólares que restavam na conta suíça. Além disso, foi proibido de ocupar cargos públicos por oito anos.

A ex-primeira-dama Susana Galli e o empresário Reinaldo Dominguez Dibb foram absolvidos no processo. Há alguns meses, González Macchi ganhou um recurso por uma condenação a seis anos de prisão, por permitir uma manobra ilegal para transfe rir 16 milhões de dólares de dois bancos privados para uma conta dos Estados Unidos.

Saddam Hussein foi executado por enforcamento no por volta das 6h (1h, treatment horário de Brasília) de sábado. A execução foi confirmada pelo vice-primeiro-ministro iraquiano das Relações Exteriores, Labeed Abbawi. "Acredito que sim, sim. Ele foi executado. Foi anunciado oficialmente que ele foi executado", disse Abbawi por telefone à BBC. A rede de TV Arabiya noticiou também que o meio-irmão de Saddam, Barza al-Tikriti, e o ex-juiz Awad al-Bander, também foram executados por enforcamento.

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Uma autoridade norte-americana, que falou sob condição de anonimato, também confirmou a execução, mas não deu mais detalhes. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, classificou o enforcamento de "importante marco", mas alertou que ele não vai acabar com a violência no Iraque. "Levar Saddam Hussein à Justiça não vai acabar com a violência no Iraque, mas é um marco importante no caminho do Iraque para se tornar uma democracia que possa se governar, se sustentar e se defender", disse ele em comunicado de seu rancho no Texas.

No Iraque, foi decretado toque de recolher e as forças americanas e locais estão em alerta para a possibilidade de uma onda de atentados após a morte do ex-líder, promovidos por grupos contrários à ocupação dos EUA.

O ex-presidente iraquiano, derrubado em abril de 2003 por uma invasão comandada pelos Estados Unidos, foi condenado em novembro por crimes contra a humanidade pelas mortes de 148 xiitas de Dujail em 1982.

Uma corte de apelação manteve a pena de morte na terça-feira e o governo correu com os procedimentos para enforcá-lo até o fim do ano e antes do feriado de Eid al-Adha que começa no sábado, coincidindo com a peregrinação do haj a Meca.

O governo iraquiano manteve em segredo os detalhes de seus planos em meio a preocupações de que poderia causar violência dos ex-partidários de Saddam.

A execução vai ser bem recebida pelos xiitas, que enfrentaram uma opressão durante as três décadas de comando de Saddam, mas pode irritar a minoria sunita, assim com o alguns curdos que esperavam vê-lo condenado por genocídio contra eles.

Antes todo-poderoso do Oriente Médio, o poder de Saddam desintegrou-se quando tanques norte-americanos tomaram Bagdá em abril de 2003. Ele fugiu e foi capturado em dezembro daquele ano por soldados do s EUA que o encontraram escondido em um buraco perto de sua cidade natal, Tikrit.

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Saddam Hussein foi enforcado ao amanhecer deste sábado no Iraque por crimes contra a humanidade, physician um dramático e violento fim para o líder que comandou o país por meio do medo por três décadas antes de ser derrubado por uma invasão norte-americana em 2003.

No que parece ser uma rápida resposta à execução por parte de insurgentes sunitas leais a Saddam, um carro-bomba explodiu em uma cidade xiita matando 34 pessoas – o tipo de violência sectária que tem ameaçado lançar o Iraque em u ma guerra civil. A televisão estatal iraquiana levou ao ar imagens de Saddam Hussein, aparentando estar calmo, trocando uma ou outra palavra com o homem mascarado que ajeitava a corda em volta de seu pescoço e o encaminhava para o cadafalso.

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“Foi muito rápido. Ele morreu imediatamente”, disse uma das testemunhas oficiais da execução levadas pelo Estado ao local da forca. Segundo ela, o ex-presidente iraquiano, que estava constrangido mas não usou o capuz, fez uma breve oração antes de morrer. “Nós ouvimos seu pescoço quebrar”, disse Sami al-Askari, um aliado do primeiro ministro Muri al-Maliki, depois do enforcamento em um edifício do Ministério da Justiça na parte norte de Bagdá.

Enquanto os companheiros shiitas de Maliki, oprimidos durante a ditadura de Saddam, que era sunita, celebravam nas ruas, o primeiro-ministro pediu aos seguidores sunitas do ex-presidente para encerrarem a insurgência. O presidente dos Estados Unidos, George Bush, afirmou que o enforcamento foi um “marco” para a democracia iraquiana. “A execução de Saddam coloca um fim a todas as apostas patéticas no retorno da ditadura”, disse Maliki, que, segundo funcionários do governo, não compareceu ao enforcamento.

A televisão estatal mostrou o primeiro-ministro assinando a ordem de execução. “Eu insto aos seguidores do regime deposto para reconsiderar suas posturas, já que a porta ainda está aberta para qualquer um que não tenha sangue inocente nas mãos para ajudar a reconstruir o Iraque”, disse Maliki.

A polícia de Kufa, perto da cidade xiita sagrada de Najaf, informou que 34 pessoas foram mortas e 58 ficaram feridas por um carro-bomba que explodiu em uma área comercial repleta de pessoas antes do período festivo do Eid al-Adha. Segundo ela, a multidão matou um homem acusado de participação no at entado.

Bush, que classificou Saddam como uma ameaça mesmo sem que alegadas armas nucleares e outras nunca tenham sido encontradas, afirmou: “Fazer justiça no caso de Saddam não vai encerrar a violência no Iraque, mas é um importante marco no caminho para uma democracia que possa governar, sustentar e se defender”.

A morte de mais quatro soldados levou o número de militares dos EUA mortos no Iraque perto da marca de 3 mil, aumentando a pressão sobre Bush para que uma nova estratégia seja encontrada.

REAÇÕES SILENCIOSAS

As reações populares ao enforcamento de Saddam foram silenciosas, com o país entrando no dia mais sagrado do calendário muçulmano para iniciar uma semana de celebrações no Eid al-Adha. Ao contrário de outros dias de tensão, não foi instaurado toque de recolher em Bagdá após a execução.

Shiitas jubilantes, oprimidos sob Saddam, dançaram nas ruas de Najaf e motoristas acionaram as buzinas dos carros em desfiles pelo bairro de Sadr City, um reduto xiita de Bagdá. O principal canal de televisão sunita fez uma cobertura limitada da execução, mas mostrou imagens antigas de Saddam ao lado do ex-secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, de um período quando os norte-americanos ajudaram o Iraque na lut a contra o Irã.

A televisão estatal Iraqiya, por sua vez, mostrou imagens de arquivo de agentes de Saddam degolando e torturando vítimas do regime. Um homem da cidade de Dujail, que testemunhou contra Saddam no julgamento pela morte de 148 xiitas no local, disse que lhe foi permitido se aproximar do corpo de Saddam.

“Quando eu vi o corpo no caixão eu chorei. Eu me lembrei dos meus três irmãos e do meu pai que foram mortos por ele. Eu me aproximei do corpo e disse pra ele: “essa é uma punição merecida para qualquer tirano”, afirmou Jawad al-Zubaidi. “Agora, pela primeira vez, meus três irmãos e meu pai estão contentes”.

A rápida execução foi um triunfo para Maliki, cujo comando do frágil governo de coalizão tem sido questionado. Mas a velocidade do processo pode render críticas. Muitos curdos, por exemplo, ficaram desapontados por Saddam não ter enfrentado julgamento também por crimes praticados contra eles.

Novas execuções devem ocorrer em uma semana. O meio-irmão de Saddam, Barzan al-Tikriti, e um ex-juiz, Awad al-Bander, deverão ser enforcados após o período do Eid. A filha de Saddam, Raghd, exilada na Jordânia, quer que o pai seja enterrado no Iêmen, disse uma fonte próxima da família.

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O governante da cidade natal de Saddam, Tikrit, disse que o povoado local estava negociando com o governo para ter o corpo do ex-ditador, que seria sepultado em Awja, onde os filhos de Saddam foram enterrados em 2003. Mas o governo pretende enterrar o ex-presidente em Badgá.

Um carro-bomba explodiu no estacionamento do aeroporto internacional de Madri deixando quatro pessoas feridas neste sábado, visit this e uma ligação anônima disse que o grupo basco ETA foi o responsável, pill informou o governo espanhol.

Uma grande coluna de fumaça elevou-se sobre o terminal 4 do Aeroporto de Barajas depois da explosão, que parece ter encerrado um cessar-fogo declarado pelo ETA em março depois de quatro décadas de luta armada pela independência do País Basco. O moderno terminal foi evacuado depois de um alerta as 8h (horário local), quando um homem com sotaque da região basca ligou para um departamento governamental de controle de tráfego e informou que havia uma bomba em um carro modelo Renault Traffic.

Logo depois, outra pessoa ligou para os serviços de emergência espanhóis para informar que a responsabilidade pelo atentado era do ETA, disse o governo. A bomba explodiu por volta das 9h (horário local), provocando ferimentos leves em quatro pessoas, incluindo dois policiais.

O eventual fim do cessar-fogo seria um revés político para o primeiro-ministro da Espanha, o socialista Jose Luis Rodriguez Zapatero, que em junho havia anunciado o início do processo de paz para encerrar o conflito basco.

O ETA matou mais de 800 pessoas durante sua luta armada contra o governo. O grupo anunciou em novembro que iria suspender contatos com as autoridades se não houvesse um progresso rápido nas conversações entre partidos políticos no País Basco sobre o futuro da região.

A mídia espanhola também informou que o ETA estava pedindo ao governo que reduzisse a pressão policial sobre membros do grupo e que transferisse guerrilheiros detidos para prisões mais próximas de suas famílias.

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